Blog do Julio Falcão

Julho 07 2010
publicado por Julio Falcão às 18:13
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Julho 04 2010

Falta confirmação, mas acabo de receber um telefonema de um amigo me informando que o Governador da Bahia, J. Wagner, acaba de ter um infarto. Segundo esse meu amigo, JW está sendo transferido para São Paulo.

 

Espero que não seja verdade.....

publicado por Julio Falcão às 13:15
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Junho 13 2010

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publicado por Julio Falcão às 23:03
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Junho 13 2010
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publicado por Julio Falcão às 22:59
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Junho 13 2010
Lula alerta: O bicho vai pegar! Não existe eleição fácil!

O presidente Lula revelou otimismo em relação ao pleito de outubro durante a convenção nacional do Partido dos Trabalhadores que oficializou neste domingo a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Mas, disse que a batalha será dura e alertou a militância dos partidos que compõem a coligação liderada pelo PT para a necessidade de intensificar o trabalho de esclarecimento e convencimento da população. “Não existe eleição fácil, o bicho vai pegar”, exclamou.

“Estamos a três meses e vinte dias da eleição”, lembrou o presidente. “Serão dias de muito trabalho, muita alegria e muita tensão. Não queremos jogo rasteiro, com invenção de um dossiê a cada dia. Preferimos o debate de ideias e projetos”, comentou.

Os adversários, segundo Lula, já mostraram do que são capazes em pleitos passados. “Vocês já viram como foi o nível da campanha em 2006. Nossa tranquilidade e maturidade é que vai garantir que a gente ganhe. Não devemos ficar de sapato alto imaginando que já ganhamos. Eleição e mineração a gente só conhece o resultado no final, depois de apuradas as urnas. Não existe eleição fácil.”

Críticas à mídia

Num alerta sobre as artimanhas das forças adversárias, que têm na mídia hegemônica um forte aliado, o presidente informou que esteve observando um certo canal de TV durante o último sábado (12) e percebeu que o candidato tucano ganhou muito mais tempo e espaço no noticiário do que Dilma Rousseff.

“Quando se trata de campanha a imprensa deveria ser neutra ou no mínimo dizer claramente que tem candidato”, criticou.

O presidente afirmou que o momento “é um momento de glória para nós. Será uma coisa gratificante entregar a faixa presidencial a uma companheira mulher. Eleger Dilma significa dar continuidade para melhorar cada vez mais o nosso país. Estamos a 3 meses e 20 dias da eleição e a seis meses e 18 dias do final do nosso mandato, eu e o Zé de Alencar. Temos o sentimento do dever cumprido.”
Fonte: Vermelho

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publicado por Julio Falcão às 22:49
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Junho 03 2010
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publicado por Julio Falcão às 18:40
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Junho 03 2010
PT interpelará Serra judicialmente e aponta desonestidade intelectual de blogueiro do PIG

Por Zé Augusto

José Eduardo Dutra, o presidente do Partido dos Trabalhadores, diz, em seu twitter, que exigirá que José Serra (PSDB/SP) responda pela patifaria de suas declarações nos tribunais:

Decidimos interpelar o Serra judicialmente, pelas suas acusações a Dilma e ao PT , sobre o tal dossiê. Quem não deve, não teme.

O presidente do PT, ainda no twitter, cobra do blogueiro Ricardo José Delgado [Noblat], das Organizações Globo, menos "molecagem" e mais honestidade intelectual:

Você sabe quem elaborou o tal dossiê? Então diga. Ficar falando em 'novos aloprados do PT' é desonestidade intelectual...

... você é um jornalista bem informado e deve saber verdadeira origem desse suposto dossiê. Não queira jogá-lo no nosso colo.

Até o presente momento, o blogueiro do PIG amarelou, e não publicou nenhuma nota sobre o assunto. Tenha coragem, Noblat! Que "suposto dossiê" é este, e de onde veio?
Fonte: Os Amigos do Presidente Lula

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publicado por Julio Falcão às 17:12

Maio 22 2010
Lavareda: Eleitor do terceiro mandato de Lula decide eleição

Claudio Leal

Em entrevista a Terra Magazine, o sociólogo e consultor político-estratégico, Antonio Lavareda, analisa os resultados da pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (22), e avalia que a pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, realizou uma "trajetória impressionante" nos últimos dois anos nas intenções de voto. Para Lavareda, ex-estrategista de Fernando Henrique Cardoso, se 80% dos eleitores que desejavam um terceiro mandato para Lula aderirem a Dilma, "ela ganha a eleição".

- A Dilma já realizou até agora um pouco menos de 70% desse público. Quer dizer, realizou na intenção de voto no segundo turno. No primeiro turno, ela só realizou 55% desse eleitorado. (...) A eleição de 2010 vai se resolver em torno dessa questão: se os eleitores que gostariam de votar num terceiro mandato votarão ou não na Dilma Rousseff - observa Lavareda.

Na pesquisa Datafolha, Dilma e Serra estão empatados em 37%. O tucano caiu cinco pontos e a petista subiu sete. No voto espontâneo, quando os entrevistados não são apresentados a uma lista de candidatos, Dilma conta com 19%; Serra, 14%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Confira os principais trechos da conversa com Antonio Lavareda.

"Dilma tem potencial de 24% de votos espontâneos"

"Primeiro lugar, ela converge na mesma direção das pesquisas realizadas por outros institutos. Ou seja, independentemente dessa pesquisa específica, nós devemos refletir sobre o que deve estar ocorrendo. O crescimento recente da Dilma, que nesse mês de abril, segundo o Datafolha, fez esse movimento, a causa disso também já está estabelecida por todas as reflexões a respeito: exposição da Dilma nos programas de televisão, nos comerciais, etc. Agora, o que chama a atenção? A dianteira da Dilma nas intenções de voto espontâneas. Ela abre uma liderança de 5 pontos sobre o candidato Serra, lembrando que há ainda um estoque de reserva de 5 pontos de intenção de voto espontâneo no Lula. Na verdade, você pode pensar que, potencialmente, a Dilma tem hoje cerca de 24% das intenções de voto espontâneas, o que é um número bastante expressivo a essa altura do processo eleitoral."

"Em dois anos, Dilma reverteu diferença de 40 pontos"

"Outra coisa importante dessa pesquisa é que, independente da margem de erro, a Dilma ultrapassa, nominalmente, o Serra no segundo turno. Quando você olha pra trás, pra 2008, nesse mesmo período do ano - em abril, maio -, a liderança de Serra era de 40 pontos, no segundo turno, sobre a Dilma. Em maio de 2009, a diferença era de 20 pontos. E agora estão empatados, o que mostra uma trajetória impressionante da candidata Dilma Rousseff. Ela uma revertou uma diferença de 40 pontos das intenções de voto no segundo turno. Esse é o dado que mais chama a atenção na pesquisa: a evolução dela no segundo turno. Até porque já se sabe hoje que essa vai ser uma eleição resolvida no segundo turno. Ela tem uma trajetória impressionante. Evidentemente, essa trajetória está associada ao Lula."

"Eleitor do terceiro mandato decidirá a eleição"

"Como já tive a oportunidade dizer em outras circunstâncias, na verdade, o que está por trás da intenção de voto da Dilma, o que está em questão, é o terceiro mandato do Lula. A Dilma está avançando no eleitorado de terceiro mandato de Lula. A parcela da opinião pública que gostaria de votar no Lula varia entre 60% e 75% A Dilma já realizou até agora um pouco menos de 70% desse público. Quer dizer, realizou na intenção de voto no segundo turno. No primeiro turno, ela só realizou 55% desse eleitorado. Então, resta ver se ao longo da campanha ela vai conseguir capitalizar toda essa parcela do eleitorado que gostaria de um terceiro mandato do presidente Lula. Ou se não vai conseguir isso. A eleição de 2010 vai se resolver em torno dessa questão: se os eleitores que gostariam de votar num terceiro mandato votarão ou não na Dilma Rousseff. Se 80% desses eleitores aderirem a Dilma, ela ganha a eleição. Essa é a questão básica da eleição deste ano."

"Serra e Marina não encontraram posicionamento ideal"

"Aparentemente, não (está funcionando a estratégia de Serra não atacar Lula). Até o momento, não. O grande desafio de candidatos oposicionistas que se defrontam com circunstâncias tão positivas para o candidato oficial se resume a uma palavra: "posicionamento". Como se posicionar na disputa. E é nessa direção que o Serra e a Marina têm investido. O que eles têm dito, tudo o que eles têm apresentado na televisão até o momento, é uma espécie pré-teste do que eles imaginam que vão poder fazer na campanha adiante. Nem a Marina, nem o Serra encontraram seu posicionamento ideal. Isso é natural. Até o início da propaganda na televisão, eles podem arriscar em diversas direções."

Efeito Ciro Gomes

"Contribui (a saída de Ciro da campanha). Se você pensar a parcela de votos dela, agora, migraram naturalmente das intenções de voto de Ciro Gomes. Mas também intenções de voto do Serra migraram do Ciro Gomes. Essa questão Ciro Gomes não explica esse desempenho da Dilma. O que explica é a exposição na televisão. Mas exposição de quê? Da mensagem de que ela é a continuidade do governo Lula. Ela encarna e representa o terceiro mandato de Lula."
Fonte: Terra Magazine

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publicado por Julio Falcão às 23:44
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Maio 22 2010
Serra ao ser informado do resultado do Datafolha, o Instituto preferido por ele.


Leiam "Datafolha diz que Dilma sobe 7 pontos e empata com Serra. Serra que o PSDB vai processar o Dataserra?" no excelente Os Amigos do Presidente Lula.



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publicado por Julio Falcão às 11:30
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Maio 15 2010
Apresento ao presidente do PSDB o '1º eleitor de Dilma': eu

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), declarou nesta quinta-feira (13), no Recife, que não conhece nenhum eleitor de Dilma Rousseff, que os votos não são dela, são do presidente Lula. Eu, Bernardo Joffily, jornalistra, 59, apresento-me modestamente mas com muito orgulho ao nobre senador como primeiro eleitor de Dilma. E digo o porquê.

Sérgio Guerra acompanhava o seu presidenciável, José Serra, quando se saíu com esta: "Dilma tem cerca de 30% de intenções de voto, mas eu não conheço nenhum eleitor de Dilma. Os votos não são dela. Se Lula não fizer essa ação por ela, Dilma não existe. Todo esse percentual é de candidata de Lula e não dela."

A tirada faz parte do discurso eleitoral tucano de 2010, que foge de bater no presidente mais popular que o país já teve. O próprio Serra disse no mesmo dia que Lula "está acima do bem e do mal", é uma "entidade" e "um fenômeno que não se repetirá nem hoje, nem amanhã, nem nunca".

Pois eu, senador Guerra, sustento que Dilma Rousseff tem tudo para fazer um governo ainda melhor que o de Lula. Possui densidade, coerência e capacidade para fazer a terceira gestão da "turma do Lula" superar a segunda, que já avançou em relação à primeira. E exponho as razões desta convicção.

Um itinerário consequente

Tomei contato com a hoje candidata de Lula em 2003, quando o então novo governo dava seus primeiros passos. Em meio a uma constelação de novos ministros, alguns com muito mais condecorações, aquela moça das Minas e Energia chamou-me a atenção.

Ela não só evidenciava um excepcional conhecimento das coisas de sua pasta. Projetos como o Luz para Todos indicavam muito mais do que uma tecnocrata competente. Dilma enxergava as minas e a energia a partir de uma visão de mundo e de Brasil. "Essa aí pensa a nação", anotei, num canto da memória.

Fui atrás de mais informação e tomei conhecimento da trajetória de Dilma. A militância contra a ditadura, primeiro na Polop, na Faculdade de Economia da UFMG, depois na Var-Palmares. A longa prisão, aos 22 anos, quando foi barbaramente torturada. O apelido de 'Joana D'Arc da Esquerda', citado em um relatório da embaixada americana ao Departamento de Estado em Washington. A opção pelo PTB-PDT de Leonel Brizola, que tinha uma viva marca nacional e antiimperialista. E a mudança do PDT para o PT em 2000, para continuar ajudando Olívio Dutra no governo gaúcho. Vi nesse longo itinerário um fio de consequência.

O gesto de coragem de Lula

Aí, senador Guerra, veio o 'Mensalão', quando os senhores chegaram a testar o lema "Fora Lula" e examinar a opção de um pedido de impeachment. No calor do escândalo, caiu o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu. A sua turma, senador, estava "encantada", porque "estaremos livres dessa raça pelos próximos trinta anos", para usar as palavras de seu ex-colega e ainda aliado Jorge Bornhausen.

Lula, encostado nas cordas pelos senhores, chamou Dilma para substituir Dirceu. Foi um gesto de coragem. O chefe da Casa Civil é quase um primeiro ministro. Dilma tinha apenas cinco anos de PT. Não tinha uma tropa própria para o pesado empurra-empurra do jogo político. O que tinha? Uma ficha invulnerável aos ataques dos inquisitores do 'Mensalão'. E ideias, e determinação, e uma notável capacidade de trabalho, como logo ficou provado, com o PAC.

Naquele de junho de 2005 eu comentei com os meus botões: "Essa moça daria uma bela presidente da República..."

Confesso que não botava muita fé. Havia um imenso caminho a percorrer. Mas Deus escreve certo por linhas tortas. Lula, esse torneiro-mecânico que é um gênio da política, dobrou em 2007 a sua audaz e certeira aposta de 2005 e escolheu Dilma como a sua sucessora.

O presidente não podia ter feito melhor escolha. Olho para a base do governo, que não é pequena nem carente de talentos; passo em revista uma dúzia de alternativas possíveis. Minha conclusão: Dilma é a melhor candidata presidencial que o campo pró-Lula poderia ter. A melhor para ganhar. E de longe a melhor para governar.

A decisão de Lula foi o passo decisivo. De outra forma, Dilma não passaria pelo crivo da escoha intrapetista. Mas com o presidente como eleitor, ela foi aclamada pela unanimidade do PT. Conquistou o PMDB de Michel Temer. Conquistou o PSB de Ciro Gomes. Está construindo uma coligação de centro-esquerda que pode chegar a 11 partidos. Embora as pesquisas a coloquem em segundo lugar, ou no méximo em empate técnico com Serra, quem sabe ler nas entrelinhas constata, até na oposição e em sua mídia, que ela é vista como a favorita na disputa de outubro.

Nunca foi candidata? e daí?

Dilma Rousseff nunca foi candidata a nada. Mas isso não é necessariamente um handicape negativo, em um país onde os políticos são vistos com enorme desconfiança. Perguntada sobre sua inexperiência eleitoral, ela escreveu no Twitter esta semana: "Fico pensando se isso não é bom, uma lufada de ar novo na política tradicional".

Além disso, há precedentes. Em certo país nada distante, já houve uma história assim. Uma ex-presa política, levada ao Ministério da Saúde por sua competência, em seguida à sensibilíssima pasta da Defesa Nacional; foi lançada para presidente mesmo com experiência eleitoral zero. A direita a acusou de inexperiente e próxima de "grupos terroristas". Era a chilena Michele Bachellet, qure mesmo assim se elegeu, se reelegeu e concluiu seu mandato em março passado com uma aprovação tipo Lula: 84%.

A possibilidade de um governo Dilma superar o atual em realizações e conquistas também se baseia em um raciocínio concreto. Primeiro, porque ela vai continuar e aprofundar dos avanços já conquistados nos dois mandatos de Lula. Segundo porque irá dispor de noções como frente de centro-esquerda e governo de coalizão, que estavam longe de serem um consenso na fase logo após a vitória de 2002, mas fasem parte da visão de país de Dilma. E terceiro, porque contará com a lucidez, a sagacidade e a experiência de seu descobridor, lançador e eleitor, o cidadão Luiz Inácio Lula da Silva.

Um grão de verdade numa frase de Serra

Duas palavras finais sobre Lula. Há um grão de verdade na frase de Serra, de que ele "é um fenômeno que não se repetirá nem hoje, nem amanhã, nem nunca". Mas todos nós, humanos, inclusive ele, Serra, e também Dilma, somos assim, inéditos e irrepetíveis. E eu espero que o presidenciável tucano de 2010 não esteja querendo dizer, como Geraldo Alckmin disse na campanha de 2006, que a turma de Lula "já teve a sua chance" e está na hora de voltar à normalidade, àquela política que se repete sempre, baseada nas mesmas classes dominantes, desde que o Brasil é Brasil.

Lula, com sua biografia e seu governo, cavou um lugar especialíssimo na história do país. Mas Lula não é o lugar do finalizador de uma obra. É, sim, o do desbravador, do pioneiro, do inaugurador de um ciclo novo que está apenas engatinhando. Como diz o slogan tucano, "o Brasil pode mais": poderá cada vez mais se continuar no caminho de Lula, que é o de Dilma, oposto ao de FHC, Serra & Cia.

Sérgio Guerra não precisa concordar com as minhas razões. Mas enviarei hoje mesmo o endereço deste artigo ao seu gabinete no Senado (enquanto é tempo, pois ele desistiu de tentar a reeleição). E espero que ele nunca mais diga que não conhece nenhum eleitor de Dilma.
Fonte: Vermelho


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publicado por Julio Falcão às 00:52
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