Blog do Julio Falcão

Agosto 15 2010
publicado por Julio Falcão às 18:27
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Agosto 08 2010

 

Por Paulo Henrique Amorim

Quem vem lá ? É a classe média !

Quem vem lá ? É a classe média !

 

Um fenômeno que os tucanos de São Paulo não perceberam foi, ao lado da ascensão das classes “D” e C” a partir de 2002 – clique aqui para ler “Como o Lula tirou o oxigênio do Serra” –,  a despolitização dessa trajetória.

 

A Classe Média engordou sem precisar mover uma palha política.

 

Não foi a uma reunião de sindicato.

 

Não foi a uma reunião da associação dos moradores.

 

Não fez panelaço.

 

Não fez greve geral.

 

Não fechou o Palácio dos Bandeirantes.

 

Não cercou o Congresso.

 

Não botou a Globo para correr.

 

Os argentinos morrem de rir.

 

A Classe C engordou porque o Lula pôs alpiste.

 

Pagou um salário mínimo mais decente.

 

Remunerou os aposentados.

 

Fez o crédito consignado.

 

Pagou o Bolsa Família.

 

Botou a criançada para estudar.

 

Levou os negros e pobres às faculdades privadas, com o Pro Uni.

 

Abriu universidades.

 

Vai democratizar o acesso à faculdade com o ENEM (que o PiG boicota incansavelmente).

 

Deu Luz para Todas (que o Serra não sabe o que é).

 

O Lula vai criar 2 milhões de emprego este ano.

 

Clique aqui para ver a tabelinha que compra FHC com Lula e entenda uma das causas do choro do Serra.

 

O Lula foi um paizão.

 

Reproduziu o Vargas.

 

E é por isso que não há uma única Avenida Presidente Vargas em São Paulo.

 

Como não haverá uma Avenida Presidente Lula em São Paulo.

 

E aí, nessa despolitização, é que reside o problema.

 

Como diz o meu cunhado, o Dany, com quem almocei no excelente Alfaia, um português de Copacabana.

( O bolinho de bacalhau quica.)

 

O que mais impressiona o Dany é a absoluta despolitização do Brasil.

 

Logo, a despolitização deste impressionante fenômeno de mobilidade social.

 

A Classe Média é incapaz de perceber – observa o Dany – que a ascensão só foi possível porque uma houve uma importante vitoria política: o Lula tirou o oxigênio da neo-UDN, os tucanos de São Paulo, que se tornaram a locomotiva do atraso ideológico.

 

Dany observa, com razão, que boa parte de despolitização se deve ao papel destruidor da imprensa (aqui entrei eu, com o PiG (*), é claro), que além de ser reacionária é inepta.

 

Na Europa, como se sabe, há excelentes jornais que conciliam qualidade com conservadorismo.

 

Aqui, isso não aconteceu.

E se a classe média sobe sem saber por quê, o que acontece ?

 

Me perguntei no avião de volta, ao deixar o Rio maravilhoso para passar sob o Minhocão …

 

O que acontece ?

 

A classe média pode ir perfeitamente para o Berlusconi.

 

Aliás, a classe média é a massa com o Berlusconi faz a pizza.

 

E, como diz o Mino Carta, a Dilma não é metalúrgica.

 

Essa camada proletária, sindical será removida com o tempo.

 

E a classe média não se lembrará de associar a TV digital ao estádio da Vila Euclides.

(Seria exigir demais, não, amigo navegante ?)

 

Ou seja, o carisma do Lula  passará a ser by proxy.

 

E quando o Golpe vier ?

 

Porque o Golpe contra presidentes trabalhistas sempre vem.

 

E quando o PiG (*) se associar a um Líder Máximo do Estado da Direita, que pode vir do Judiciário ?

 

Quem é que vai para a rua defender a Dilma ?

 

A Classe Média ?

 

O Globo, na página A10, em reportagem do sempre excelente José Meirelles Passos, bate na trave.

Mas não chega lá – ainda.

 

Já, já a Classe Média dá uma rasteira no Lula e no PT.

 

Quem mandou tirar o povo da rua ?

 

Tudo isso, se a Dilma não fizer nada.

Fonte: Conversa Afiada


publicado por Julio Falcão às 23:15
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Julho 28 2010
publicado por Julio Falcão às 23:49
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Julho 27 2010

Por: Equipe InfoMoney

 

SÃO PAULO - O último relatório Focus, de 29 de março de 2010, traz a seguinte projeção de consenso do mercado: ao final de 2010, a conta corrente do Brasil, que traz a diferença entre as os fluxos de bens e serviços frente ao exterior, deve estar deficitária em US$ 50 bilhões – ou seja, o Brasil possui déficit, neste critério, de US$ 50 bilhões com o “resto do mundo”.

 

Há aproximadamente um ano, no relatório de 27 de março de 2009, o mercado apontava para déficit de US$ 23,60 bilhões na mesma conta em 2010, mostrando que as projeções para o desequlíbrio em conta corrente mais duplicaram no período.

 

Mas, afinal, o que significa esse déficit? Mais do que isso: que consequências ele tem para a economia brasileira?

 

O professor da Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa), José Luiz Rossi Júnior, explica que as transações correntes trazem a diferença entre poupança nacional e o quanto o país investe.

 

Assim, um déficit significa que o país investe mais do que poupa.

“Acontece por vários motivos, quando as pessoas estão consumindo mais, ou a poupança do governo está baixa. Isso tudo tem que ser financiado. Neste caso, o mundo está financiado o Brasil, através da entrada de capital”, afirma o professor.

 

Na mesma linha, o analista da Tendências Consultoria, André Sacconato, explica que déficit nada mais é do que importar poupança externa. “Há várias formas de financiar o consumo: empréstimos, títulos de renda fixa, IED (investimento externo direto) e bolsa, sendo que os últimos dois são os principais atualmente”, afirma.

 

O professor do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis da Universidade de São Paulo (FEA-USP), Carlos Eduardo Gonçalves, explica que desde 2005 as contas nacionais mostram uma deterioração na conta corrente, causada por uma piora na poupança doméstica. “Quando você poupa menos, para financiar o investimento, precisa vir poupança de fora. Quando vem poupança de fora, ela aprecia a taxa de câmbio, e isso gera um déficit em conta corrente”, explica.

 

Assim, o déficit é como um espelho da maior entrada de capital. “A piora que estamos vendo, e que vamos continuar a ver nos próximos anos, vem de um aumento do investimento, O investimento vai continuar crescendo, e como a poupança pública e privada são baixas, você financia esse investimento com entrada de capitais”.

 

Déficit não preocupa


Tanto os professores da FEA-USP e do Insper como o analista da Tendências consideram que o déficit não é preocupante.

 

“Estamos financiando crescimento econômico, em parte com poupança vinda do exterior”, enfatiza Carlos Eduardo, completando que “isso passa a ser preocupante em emergentes sobretudo quando esse endividamento é muito grande, o que não corresponde ao cenário brasileiro atual”.

 

“Há um certo medo, porque é um aumento do passivo do país com o exterior e maior dependência do capital externo para fechar as suas contas. Além disso, historicamente, momentos de déficit foram seguidos de crise”, lembra o professor do Insper, que entranto acredita que a situação agora é diferente, motivo pelo qual o déficit não o preocupa. “Pela primeira vez vivemos um período de câmbio flexível, que de certa maneira pode atenuar esse déficit”, explica.

 

Na última nota do setor externo divulgada pelo Banco Central, de 22 de março, referente ao mês de fevereiro, as transações correntes mostraram déficit de US$ 3,3 bilhões no mês, acumulando US$ 28,1 bilhões de déficit nos últimos doze meses – o que equivale a 1,66% do PIB (Produto Interno Bruto).

Fonte: InfoMoney

 

Para saber como foi grave o desequilíbrio em transações correntes registrado pela economia brasileira na segunda metade da década de noventa, click Aquí.

publicado por Julio Falcão às 01:35
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Julho 22 2010
publicado por Julio Falcão às 23:52
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Julho 11 2010
publicado por Julio Falcão às 23:15
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Julho 09 2010

O ator Morgan Freeman, 73, fez elogios ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no coquetel oferecido pelo grupo ABC, do publicitário Nizan Guanaes, que assina a logomarca da Copa de 2014.

 

"É um homem inteligente", declarou.

 

"Está colocando o Brasil no mapa. Colocou o Brasil no lugar certo. Infelizmente ainda não pude conhecê-lo, mas gostaria muito", emendou o ator.

 

Morgan Freeman viveu Nelson Mandela no filme 'Invictus' (2009).

publicado por Julio Falcão às 22:08
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Junho 23 2010

Funasa responde a Serra

Da Funasa

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

 

Sobre entrevista de José Serra ao programa Roda Vida na TV Cultura

 

A Assessoria de Comunicação e Educação em Saúde (Ascom) da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, manifesta, em nome da Instituição e de seus servidores, repúdio às declarações feitas pelo ex-ministro da Saúde José Serra sobre a Funasa, durante entrevista gravada no último sábado (19) para o programa Roda Viva, da TV Cultura, e transmitida nesta segunda-feira (21).

 

Serra afirmou que o governo Lula loteou os órgãos federais para os partidos, sem considerar a competência dos nomeados e permitindo a corrupção. O ex-ministro criticou, especificamente, os Correios e a Fundação Nacional de Saúde.

 

Mas, ao contrário do que pensa José Serra, para ser dirigente da Funasa não basta ser indicado; é imprescindível ter competência e notório conhecimento técnico. Os cargos de direção e de coordenação são ocupados por profissionais de comprovada experiência nas áreas de saúde, engenharia e administrativa, e as indicações são sempre condicionadas à aprovação da Casa Civil.

 

Durante o programa, José Serra também declarou que, na época em que foi ministro da Saúde, não indicou o presidente da Funasa, o que não é verdade. O Sr. Mauro Ricardo Machado Costa, atualmente secretário de Estado de Fazenda de São Paulo, foi nomeado por ele como presidente da Instituição (26/04/1999 a 14/01/2003).

 

A Funasa ressalta ainda que a valorização e o fortalecimento da Instituição tem sido uma das marcas da gestão anterior e da atual. Das seis diretorias que compõem a estrutura da Instituição, cinco são ocupadas por servidores da Funasa ou de carreira da administração pública federal.

 

Outro exemplo do fortalecimento da Funasa foram os concursos públicos promovidos em 2008 e 2009, pela primeira na história da Funasa, para reforçar o quadro de profissionais da Fundação. Nos últimos dois anos, foram realizados dois processos seletivos para o PAC e um concurso público, com 419 vagas. No total, foram criadas e preenchidas 573 vagas. Outro processo seletivo, também já autorizado, está em fase de contratação. Serão mais 802 vagas para atender a Saúde Indígena.

 

 

 

Assessoria de Comunicação e Educação em Saúde - Ascom

Fundação Nacional de Saúde – Funasa

Fonte: Nassif

 

 

publicado por Julio Falcão às 00:00
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Junho 13 2010
Lula alerta: O bicho vai pegar! Não existe eleição fácil!

O presidente Lula revelou otimismo em relação ao pleito de outubro durante a convenção nacional do Partido dos Trabalhadores que oficializou neste domingo a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Mas, disse que a batalha será dura e alertou a militância dos partidos que compõem a coligação liderada pelo PT para a necessidade de intensificar o trabalho de esclarecimento e convencimento da população. “Não existe eleição fácil, o bicho vai pegar”, exclamou.

“Estamos a três meses e vinte dias da eleição”, lembrou o presidente. “Serão dias de muito trabalho, muita alegria e muita tensão. Não queremos jogo rasteiro, com invenção de um dossiê a cada dia. Preferimos o debate de ideias e projetos”, comentou.

Os adversários, segundo Lula, já mostraram do que são capazes em pleitos passados. “Vocês já viram como foi o nível da campanha em 2006. Nossa tranquilidade e maturidade é que vai garantir que a gente ganhe. Não devemos ficar de sapato alto imaginando que já ganhamos. Eleição e mineração a gente só conhece o resultado no final, depois de apuradas as urnas. Não existe eleição fácil.”

Críticas à mídia

Num alerta sobre as artimanhas das forças adversárias, que têm na mídia hegemônica um forte aliado, o presidente informou que esteve observando um certo canal de TV durante o último sábado (12) e percebeu que o candidato tucano ganhou muito mais tempo e espaço no noticiário do que Dilma Rousseff.

“Quando se trata de campanha a imprensa deveria ser neutra ou no mínimo dizer claramente que tem candidato”, criticou.

O presidente afirmou que o momento “é um momento de glória para nós. Será uma coisa gratificante entregar a faixa presidencial a uma companheira mulher. Eleger Dilma significa dar continuidade para melhorar cada vez mais o nosso país. Estamos a 3 meses e 20 dias da eleição e a seis meses e 18 dias do final do nosso mandato, eu e o Zé de Alencar. Temos o sentimento do dever cumprido.”
Fonte: Vermelho

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publicado por Julio Falcão às 22:49
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Maio 20 2010
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Imperdível!!!!



Fonte: desabafo brasil

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publicado por Julio Falcão às 23:05
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