Blog do Julio Falcão

Dezembro 27 2009
2009: Um ano vergonhoso para a imprensa nacional

O ano de 2009 ficou marcado como o ano onde as redações dos maiores jornais do país ultrapassaram, em várias ocasiões, todos os limites de razoabilidade do direito de edição de notícias e posicionamento político em uma sociedade democrática. O manual do bom jornalismo foi totalmente enterrado e o que orientou as redações e seus jornalistas foram os interesses corporativos, empresariais e políticos dos donos das empresas, com a conivência e servilismo de jornalistas que até bem pouco tempo atrás ostentavam boa reputação e credibilidade.

A Folha de São Paulo foi o jornal que protagonizou os momentos mais vergonhosos desse ano, mas os demais jornais e revistas na maioria das vezes fizeram o papel sujo de repercutir e multiplicar factóides, sem a menor preocupação de checar fatos e fontes.

O BLOG DO LEN elenca abaixo o que achou ser os maiores absurdos da imprensa esse ano, sendo que alguns vão marcar negativamente a história deles definitivamente:

- O editorial da Folha de São Paulo chamando de “Ditabranda” o golpe militar de 64, que caçou direitos políticos, perseguiu, prendeu, torturou, matou e desapareceu com muitos brasileiros, inclusive jornalistas;

- O episódio em que a Folha de São Paulo publicou em pirmeira página uma ficha falsa do DOPS atribuida a ministra Dilma Houssef, conferindo a esta a alcunha de terrorista e atribuindo a ela vários crimes que não participou. A ficha foi criada por grupos neo-fascistas e exaustivamente repassada por spam da internet. Depois foi constatada sua falsidade por peritos, a Folha alem de publicar sem checar ainda não reconheceu o erro depois;

- A persistente tentativa de colar os escândalos do Senado, praticados na maioria por políticos da oposição, no governo Lula;

- O factóide Lina Vieira, em que o país foi enrolado em uma ciranda de todos os meios de comunicação que deram supervalorização a uma “denúncia” de uma reunião que não tinha testemunhas ou provas do seu acontecimento. Também nesse caso, mesmo depois de desmistificados, a imprensa não assumiu o erro, resumindo a apenas mudar de assunto;

- O apoio, a princípio velado e depois escancarado ao golpe militar que ocorreu em Honduras, com a patética tentativa quase que diária de tentar explicar o inexplicável, que o fato do presidente eleito ter sido retirado da cama e jogado fora do seu país por militares, que depois fechariam televisões e rádios e enfrentariam violentamente manifestações pacíficas, não se tratava de um golpe, mas uma operação “legalista”.

- O cúmulo do baixo lixo jornalístico foi a publicação pela Folha de São Paulo em um grande espaço cedido a um maníaco frustrado e mal amado, de um artigo com calunias grosseiras contra o presidente Lula, sem a menor checagem de informações, que conseguiu chocar até os seus adversários. Essa foi hours concours.

Isso fora a habitual politização de todo e qualquer fato com viés político de modo a atacar o governo Lula e a Ministra Dilma Houssef e isentar de culpa o Governador Serra e seus aliados, além da costumeira forma com que tentam esconder da opinião pública os elogios, títulos e prêmios conferidos ao Presidente Lula no exterior.

Tudo isso aconteceu em um ano e hoje a sensação que a gente tem é que estamos vendo o final lento e melancólico de um oligopólio que dominou as telecomunicações por muito tempo, e que gordo e sem mobilidade esbraveja e se contorce com a perda do poder, que é inevitável. Esse ano eles apressaram o seu fim, porque imprensa vive de credibilidade e a cada dia eles perdem mais. Viva a CONFECOM, o pontapé inicial para a gente construir uma mídia mais democrática, sem impérios, sem manipulações, apenas apara informar.
Fonte: Blog do LEN

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publicado por Julio Falcão às 23:31
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Dezembro 27 2009
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publicado por Julio Falcão às 22:53
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Dezembro 27 2009
ACM Neto entrou em desespero e conta a última piada do ano em Salvador.

Vejam se o "grampinho" é ou não é engraçadinho....

Leiam: ACM NETO NA CHAPA DE WAGNER? NÃO DÁ! PRA COMEÇAR ELE TEM UMA HISTORIA MAL CONTADA COM ARRUDA…
Fonte: Política com o dedo na ferida

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publicado por Julio Falcão às 10:28
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Dezembro 27 2009
'Novo desenvolvimentismo' de Dilma prega Estado forte

A plataforma de governo da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, será embalada pelo mote do "novo desenvolvimentismo". O modelo defendido pelos petistas para escapar do rótulo da mera continuidade do governo Lula mescla incentivos ao investimento público e privado com distribuição de renda.

Embora o programa de Dilma ainda esteja em discussão, a cúpula do PT e o Palácio do Planalto já têm um diagnóstico: a nova concepção de desenvolvimento exige restabelecer o planejamento econômico de longo prazo e o papel do Estado forte.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer colar em Dilma o carimbo do "novo desenvolvimentismo" para enfrentar os espinhosos debates sobre gasto público com o PSDB do governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato ao Planalto. É com essa marca que Dilma vai aparecer na campanha. Até agora, os eixos do projeto sob análise do PT são ciência, tecnologia e inovação, pré-sal, meio ambiente e matriz energética, educação, reconstrução do sistema de saúde, programas de moradia, como o Minha Casa, Minha Vida, transporte de massas e saneamento básico.

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), carro-chefe da propaganda de Dilma, não será tratado apenas como plano de obras, mas, sim, como "uma estratégia de desenvolvimento", como diz texto da corrente Construindo um Novo Brasil, hegemônica no PT. A meta do partido para os próximos anos é crescer de 6% a 6,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

O comando da campanha de Dilma está certo de que o PSDB vai atacar o governo com o discurso da gastança e já se prepara para o contra-ataque na área fiscal. A despesa de custeio da União saltou de R$ 23 bilhões, em 2002, para R$ 32 bilhões, em 2008 - cifra equivalente à inflação do período, de 40% -, mas economistas do governo garantem que esses gastos tiveram crescimento porcentual muito superior na gestão tucana em São Paulo, na mesma época.

No duelo com o PSDB, o Planalto pretende derrubar a pecha de gastador invertendo a lógica do argumento pejorativo. Dilma dirá que a maior despesa foi com o pagamento de benefícios sociais, vinculados ou não ao salário mínimo - como Bolsa-Família, aposentadorias, pensões e seguro-desemprego -, melhorando a distribuição de renda e o mercado de consumo de massas.

Para o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), a campanha petista mostrará que o Brasil pode ser a quinta economia do mundo. "Depois de resolver o impasse macroeconômico e estabelecer o paradigma de que é possível distribuir renda crescendo, queremos dar um salto", disse Berzoini.
Fonte: IG

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publicado por Julio Falcão às 10:22
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Dezembro 27 2009
Classes D e E puxam vendas neste Natal

Por Débora Melo

Os shoppings do país registraram no Natal deste ano um crescimento real (descontada a inflação) de 7% na receita com as vendas, na comparação com o Natal do ano passado. A informação é da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings).

Para o presidente da entidade, Nabil Sahyoun, os motivos do crescimento foram a entrada das classes D e E no mercado, o aumento da confiança do consumidor, a oferta de crédito com juros mais baixos e os incentivos fiscais concedidos a alguns setores.
Fonte: Agora

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publicado por Julio Falcão às 10:10
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Dezembro 27 2009
Cai a taxa de aprovação à gestão do prefeito Kassab em SP, revela Datafolha

Pesquisa realizada pelo Datafolha aponta uma queda na taxa de aprovação ao governo de Gilberto Kassab (DEM), prefeito de São Paulo, revela reportagem de José Ernesto Credendio, publicada neste domingo na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). A aprovação a Kassab caiu de 46% (ótimo/bom), que obteve em maio, para 39%.

Realizada entre os dias 14 e 18 deste mês, a pesquisa ouviu 1.088 moradores da capital com mais de 16 anos. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento não aponta o reflexo do aumento da tarifa de ônibus, anunciado na semana passada.

Em 2009, Kassab enfrentou outros desgastes: como crises na merenda, na limpeza da rua, o aumento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), e o efeito das enchentes.

O levantamento revela ainda que chega a 27% os que classificam o governo Kassab como ruim/péssimo, enquanto 33% consideram sua gestão regular.
Fonte: Folha Online

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publicado por Julio Falcão às 10:02
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