Blog do Julio Falcão

Maio 30 2009
Por Edison Veiga e Renato Machado, de O Estado de S. Paulo

65% das obras estão atrasadas em São Paulo

Das 20 maiores empreitadas da Prefeitura, 5 sequer saíram do papel; por placas oficiais, há atraso de até 8 anos

SÃO PAULO - Das 20 maiores obras estruturais em andamento em São Paulo - intervenções viárias, drenagens, edificações e ações urbanísticas -, apenas duas estão dentro do prazo estipulado em contrato. Treze se encontram atrasadas (65% do total) e cinco - embora apresentadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb) como em andamento - nem sequer saíram do papel (e, apesar disso, ainda podem ser concluídas em tempo).

Para obter o levantamento, o Estado solicitou à Siurb uma lista com as principais obras estruturais da cidade no dia 4 de maio. Após insistentes pedidos, recebeu a relação no dia 21. A lista, contudo, apresentava obras já inauguradas - sete Centros Educacionais Unificados (CEUs) e a drenagem do Córrego Moringuinho, na Liberdade, por exemplo - e nomes trocados, como Complexo Jaguaré em vez de Complexo Jaraguá. A reportagem visitou todas as construções. Apenas as obras do Córrego Pirajuçara e da Rua Itapaiuna estão no prazo.

Variando entre 6 meses e 8 anos, estão atrasadas a reconversão urbana do Largo da Batata; a Biblioteca Mário de Andrade; a Ponte do Limão; os complexos viários do Jaraguá e Padre Adelino; os Viadutos do Café e da Beneficência Portuguesa; os CEUs Jaguaré, Uirapuru e Heliópolis; e as drenagens dos Córregos Aricanduva, Poli e Desportivo da Penha. "É um prejuízo para a cidade, porque são obras necessárias", alerta o urbanista Cândido Malta Campos Filho, professor da Universidade de São Paulo (USP). "Já há um déficit gigantesco de melhorias."

Embora estejam com projetos aprovados e contratos assinados, algumas obras ainda não foram iniciadas. São elas: a última etapa do prolongamento da Avenida Radial Leste, a recuperação da Cracolândia - Nova Luz -, a extensão da Avenida Jornalista Roberto Marinho e as reformas da Casa Número 1 e do Beco do Pinto.

Leia a matéria completa Aqui

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publicado por Julio Falcão às 21:55
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Maio 30 2009
Esse é o resultado do governo Serra. Todos estão insatisfeitos. Serra só cuida de seus interesses.

Funcionários da Fundação Casa anunciam estado de greve

Folha Online

Funcionários da Fundação Casa (antiga Febém) decretaram estado de greve durante uma assembleia realizada na manhã deste sábado, de acordo com o Sitraemfa (Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança ao Adolescente e à Família do Estado de São Paulo).

Eles reivindicam reajuste salarial de 16,32% referente à data base da categoria que é 1º de março e mais 84 itens da pauta de reivindicação, que vão desde aumento de salários a melhorias das condições de trabalho.

Porém, segundo a assessoria da Fundação Casa, a data base para o dissídio da categoria é no mês de setembro. De acordo com a Fundação, o último reajuste foi dado justamente em outubro. Além disso, não haveria justificativa para uma reivindicação desse tipo no momento, já que o reajuste acumulado nos últmos três anos ficou acima dos 18%, superior a qualquer índice de inflação.

Uma nova audiência está marcada para o dia 4 de julho para decidir se entram em greve ou não. O sindicato dos trabalhadores informa que os funcionários estão trabalhando normalmente, apesar da mobilização.

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publicado por Julio Falcão às 21:48
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Maio 30 2009
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Amanhã será divulgada mais uma pesquisa Datafolha e, ao que parece, Serra tem bons motivos para estar nervoso.

Dilma sobe e Serra despenca. É só conferir.

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publicado por Julio Falcão às 20:03
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Maio 30 2009
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Tudo indica que Salvador será uma das sedes da Copa do Mundo em 2014.

A cidade já se prepara para a grande festa.

Somos um povo hospitaleiro e festeiro.

Esperamos com alegria todos os torcedores dos Países que farão parte da chave que terá como sede a nossa maravilhosa Cidade do Salvador.


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publicado por Julio Falcão às 14:59
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Maio 30 2009
Da Folha de S.Paulo

Professores estaduais de São Paulo decidem entrar em greve

Professores da rede estadual decidiram, em assembleia ontem à tarde, entrar em greve a partir de quarta-feira por tempo indeterminado. Eles reivindicam um reajuste de 27,5% e a retirada da Assembleia Legislativa de dois projetos de lei, de autoria do governador José Serra (PSDB), que modificam a forma de contratação dos docentes das escolas estaduais.

Além da assembleia, houve uma paralisação de um dia na rede, mas a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) não soube informar quantas escolas e professores aderiram até a conclusão desta edição.

Segundo o sindicato, a assembleia reuniu na praça da República cerca de 5.000 dos 215 mil professores estaduais.

O ato foi seguido por outro, que contou com a presença de outros funcionários públicos, que também reivindicam aumento salarial imediato.

Os professores afirmam que a greve só deve terminar quando os projetos forem retirados. Atualmente, eles tramitam em regime de urgência.

O Projeto de Lei Complementar 19/2009 determina que os professores temporários que entraram na rede depois de junho de 2007 terão contratos limitados a 12 meses. Depois disso, eles não poderão assumir funções no Estado por 200 dias. Os professores que entraram antes da data estão protegidos pela regulamentação da previdência estadual e, por isso, têm estabilidade.

Para o sindicato, o projeto prejudicará 20 mil dos 80 mil temporários e aumentará a rotatividade de professores, prejudicando ainda mais a qualidade do ensino público.

Já o Projeto de Lei Complementar 20/2009 afirma que professores que prestarem concursos públicos terão, depois de aprovados, que fazer um curso de formação de quatro meses e uma nova prova. Somente os melhores colocados nesta segunda avaliação poderão assumir as funções. Nos quatro meses, os docentes receberão 75% do salário.

Para o sindicato, depois de passarem no concurso, os professores já estão aptos para exercer suas funções e não precisam fazer uma nova prova. O órgão afirma ainda que é necessário realizar cursos de formação continuada.

A assessoria de imprensa da Secretaria Estadual da Educação afirmou que não comentaria a decisão da assembleia dos professores e que não houve paralisação ontem na rede.

Os professores realizam novo ato na próxima quarta-feira, às 14h30, na Assembleia Legislativa, quando haverá uma audiência pública sobre os dois projetos de lei.

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publicado por Julio Falcão às 14:40
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Maio 30 2009
Uma coisa que me dá prazer é ler as "Samburiquinhas" no BRASIL! BRASIL! do Nogueira.

Selecionei duas "tirinhas" para vocês:

"@-Oposição sem discurso, o que resta? CPIs! A Secretaria-geral do Senado recebeu requerimento para a criação [pasmem!] de mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar denúncias contra o Departamento Nacional de Infra-estrutura e Transportes (Dnit). O pedido é apoiado por 30 senadores e o autor da proposta (é um tucano! Inacreditável!), senador Mário Couto (PSDB-PA), prevê que a instalação dos trabalhos se dará na primeira quinzena de junho. E tome CPI! O Senado tornou-se uma delegacia de policia ou um manicômio judiciário, como queiram!"

"@-A candidatura Dilma Rousseff tornou-se uma realidade incontestável e a vaga de Vice esta disputadíssima no PMDB, o partidão começa a deslumbrar o favoritismo da Ministra, os próximos quatro meses serão cruciais. A conferir"

Vejam todas as "tirinhas" Aqui.

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publicado por Julio Falcão às 14:23
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Maio 30 2009
Destaque do Congresso em Foco

Da Carta Capital

A pós conquistar as presidências da Câmara e do Senado, o PMDB finalmente atingiu o pré-sal das barganhas políticas com o governo. A ideia da CPI da Petrobras foi do PSDB, que vislumbrou a oportunidade de montar um palanque eleitoral para atazanar Lula até as vésperas das eleições de 2010, mas têm sido os neoaliados do Planalto, e principalmente a porção submetida aos senadores Renan Calheiros e José Sarney, os únicos beneficiários da proposta de investigação da estatal.

Como de hábito, o PMDB criou dificuldades e em seguida apresentou-se como parte da solução do problema. Para garantir o controle irrestrito do governismo na CPI, a legenda colocou na mesa a revisão dos acordos eleitorais nos estados, em 2010. Os peemedebistas querem que o PT deixe de lançar candidatos a governador em ao menos dez estados e apóie suas indicações. Cargos estratégicos na Petrobras ocupados por petistas também estariam na mira. Sarney tem especial predileção pelo setor energético.

Não fosse, aliás, por Sarney, a CPI continuaria a ser o sonho de uma noite de verão da ala lacerdista do tucanato, sempre disposta a reeditar o clima da época do chamado mensalão. Foi o presidente do Senado quem deu a brecha para que o requerimento fosse lido em plenário na sexta-feira 15. Poderia, se desejasse, não tê-lo feito, assumindo a presidência da sessão.

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publicado por Julio Falcão às 14:14
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Maio 30 2009
Agência Estado
Por Denise Madueño

Deputados acham R$ 1 bilhão pouco para campanhas

Brasília - O uso do dinheiro público nas campanhas eleitorais e a proibição de doações de empresas privadas podem enfrentar reação de deputados que consideram baixo o valor a ser destinado aos candidatos. O projeto, em elaboração na Câmara, pretende reforçar o fundo partidário para custear as campanhas eleitorais já no próximo ano. Pelos cálculos preliminares, o valor poderá chegar a R$ 1 bilhão, conforme revelou ontem o Estado. Não basta, assim, a garantia de um duto ligando o caixa do Tesouro às campanhas. É preciso que o governo garanta cofres cheios.

"Quando a turma fizer as contas, vai desistir de apoiar. Ou os políticos, porque é pouco, ou o povo, porque é muito", afirmou o deputado Ricardo Barros (PP-PR), vice-líder do governo na Câmara, que considera o valor muito baixo para distribuir entre os partidos.

Atualmente, a própria legenda fixa o limite de gastos de suas campanhas. A proposta pretende estabelecer um teto, baixando os valores atuais.

Pela estimativa de Barros, as campanhas para deputado federal, por exemplo, teriam com a nova proposta um valor em torno de R$ 200 mil a R$ 300 mil, dependendo do Estado. Uma consulta no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que, na última eleição, foram comuns gastos de mais de R$ 1 milhão entre os deputados eleitos.

Neste ano, serão repassados R$ 155,4 milhões para o fundo, apenas de dotação orçamentária. Há ainda recursos oriundos de multas aplicadas, estimadas em mais R$ 55,8 milhões. O texto do projeto deverá permitir que pessoas físicas façam doações para campanha, acabando com a possibilidade de contribuição de pessoas jurídicas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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publicado por Julio Falcão às 14:08
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