Blog do Julio Falcão

Maio 25 2009
Agência Estado
Por Leonencio Nossa

Brasília - O ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Jorge Hage, disse nesta tarde que a Petrobras não tem nada a esconder sobre questões que motivaram a instalação da CPI no Senado, criada há dez dias para investigar denúncias de irregularidades na estatal. Por meio de sua assessoria de imprensa, Hage relatou que, na conversa que teve hoje pela manhã no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foram discutidas questões que estão sendo apontadas como "motivação para a criação da CPI". Na reunião, também estavam presentes o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o presidente da BR Distribuidora, José Eduardo Dutra.

"Na avaliação feita durante a reunião, reafirmou-se que a Petrobras e o governo responderão a todos os questionamentos sobre os fatos determinados", disse Hage. "Todos estes pontos, aliás, já eram do conhecimento público, haviam sido divulgados na imprensa e já vinham sendo acompanhados pelo sistema de controle", completou o ministro, referindo-se a auditorias internas da Petrobras e às auditorias da CGU e do Tribunal de Contas da União (TCU). Ainda por meio de sua assessoria, Hage disse que "as providências que tinham que ser tomadas já foram encaminhadas".

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publicado por Julio Falcão às 18:14
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Maio 25 2009
O senador Álvaro Dias (PSDB), aquele que recolheu as assinaturas e ajudou a instaurar a CPI do PSDB no Senado, tem um blog.

Dias resolveu fazer uma enquete entre seus leitores e perguntou qual foi o melhor presidente para o Brasil. Vejam o resultado:

Lula 66% e FHC 34%.

É difícil para essa fraca oposição acreditar na realidade. Não se conformam com a popularidade do Lula.

Dica do excelente O Terror do Nordeste
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publicado por Julio Falcão às 17:31
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Maio 25 2009
Reuters
Por Fernando Exman

BRASÍLIA (Reuters) - O governo voltou a defender nesta segunda-feira que a base aliada controle a presidência e a relatoria da CPI da Petrobras, aberta há duas semanas mas que ainda não foi instalada.

Para o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, o governo não deveria ceder um desses postos-chave para a oposição.

"O modelo que eu vi no Senado nesses anos todos, principlamente no governo passado, é que a maioria sempre escolhe a presidência e a relatoria", disse Múcio a jornalistas após sair de reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os líderes do PMDB e do PTB no Senado, Renan Calheiros e Gim Argello, respectivamente.

Segundo Múcio, na reunião não se tratou de cargos na máquina pública ou da eleição de 2010.

"A preocupação baseou-se evidentemente para que a CPI não crie problemas nem embaraços para os investimentos da Petrobras", comentou o ministro, lembrando que a empresa tem um papel importante na geração de empregos no país e responsável por 40 por cento dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Múcio negou também que o presidente e os senadores conversaram sobre os nomes que integrarão a comissão, e descartou uma atuação de senadores aliados que prejudique a companhia.

"Como se trata da maior empresa do país que exerce um papel importante nesse momento, eu acho que o fogo amigo não vai chegar nem perto. Todos terão responsabilidade, inclusive a oposição", afirmou.

Antes, Lula se reuniu com o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, e da BR Distribuidora, José Eduardo Dutra. Os dois executivos deixaram o Centro Cultural Banco do Brasil, sede provisória do governo, sem falar com a imprensa.

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publicado por Julio Falcão às 16:58

Maio 25 2009
O ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, anda preocupado com a movimentação de parlamentares em torno de um terceiro mandato para Lula e, também, no sentido de prorrogar os atuais mandatos por mais dois anos. Como sempre, não deixou de dar sua contribuição à essa fraca oposição ao querer não acreditar no que já disse Lula sobre esses assuntos.

"Acho extremamente difícil fazer essa compatibilização com o princípio republicano. As duas medidas têm muitas características de casuísmo e, por isso, vejo que elas dificilmente serão referendadas ou ratificadas pelo STF", disse.

Na época do FHC ele não achou que era casuísmo.

"A reeleição continuada seria uma lesão ao principio republicano". disse Gilmar Mendes.

Quando FHC comprou deputados para conseguir modificar a Constituição Federal para a reeleição ele não enxergou nada demais.

"A reeleição é uma pratica de vários países democráticos, mas a reeleição continuada que pode ser a quarta, a quinta, não. Uma coisa que estamos aprendendo no Brasil é que democracia constitucional é mais do que eleição, é eleição sobre determinadas condições estabelecidas na Constituição, inclusive, respeito a regras do jogo", disse Gilmar Mendes.

Gilmar Mendes foi levado ao STF pelo ex-presidente FHC e não podería, neste momento, deixar de agradar a quem o ajudou. Para ele, FHC, que rasgou a Constituição, é Democrático e Lula, que honra e respeita a Constituição do Brasil, não passa de alguém que não respeita "as regras do jogo".

Ministro Gilmar Mendes, faça o que lhe disse o honrado Ministro Joaquim Barbosa, saia às ruas e ouça a voz rouca do povo.

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publicado por Julio Falcão às 16:04

Maio 25 2009
Juíza condena Folha por "leviandade" e "sensacionalismo" contra Zuanazzi

A Folha de S.Paulo e a jornalista Renata Lo Prete foram condenadas a pagar R$ 139.500,00 a Milton Zuanazzi, ex-presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a título de indenização por danos morais. A ação se refere a uma série de notas difamatórias publicadas em 20 de julho de 2007 na coluna Painel, editada por Lo Prete.

O jornal afirmou que a Anac mantinha relações “promíscuas” com as empresas de aviação, sugerindo que, no interior da Agência, Zuanazzi seria a pessoa encarregada de defender os interesses da Gol. Segundo a Folha, essa suposta interferência teria feito a Anac liberar a pista do aeroporto de Congonhas onde, três dias antes da publicação da nota, havia ocorrido o acidente com o avião da TAM.

Na ação, Zuanazzi lembra que não foi a Anac quem liberou a pista, mas a Infraero. E ressaltou que a Folha, buscando eleger um culpado pela crise aérea, produziu contra ele acusações que jamais conseguiu provar.

Após a analisar as razões de Zuanazzi e a defesa do jornal, a juíza Maria Lúcia Boutros Buchain Zoch Rodrigues, da Vara Civil do Fórum de Porto Alegre (RS), concluiu que a Folha foi “irresponsável”, “leviana” e “sensacionalista”, dando ganho de causa ao ex-presidente da Anac.

Leia mais aqui.

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publicado por Julio Falcão às 14:09
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Maio 25 2009
Brasília, eu vi

O ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva leu o blog e foi mais além. Classificou de “Terrorismo retórico” a manchete da matéria sobre os contratos sem licitação da Petrobras, sobre a qual firmei análise, aqui neste espaço, como exemplo de manipulação levada a cabo no portal do UOL.

Para a minha surpresa, o ombudsman não só concordou com a minha sugestão de manchete, como a adotou no puxão de orelhas que deu na redação da Folha. Segundo ele, o jornal deveria ter dito que foram R$ 72 bilhões em oito anos. Incluiu, portanto, os dois anos “incomparáveis” do governo FHC que as chamadas do UOL e da Folha omitiram.

E ainda fez questão de lembrar que o jornal omitiu que Sérgio Bermudes, autor de um artigo laudatório, para dizer o mínimo, sobre o ministro Gilmar Mendes, é advogado do mesmo. Eu complemento: e me processa por ter revelado as entranhas do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), do qual o presidente do STF é sócio.


Mandou bem, o ombudsman.


Folha de S.Paulo, edição de domingo de 24 de maio de 2009, coluna do ombudsman:


ONDE A FOLHA FOI BEM...

NOURIEL ROUBINI
Entrevista com economista que previu a crise na sexta é ótima

...E ONDE FOI MAL

"Terrorismo retórico"
Manchete da página A4 de terça é típica de editorial, não de notícia: opina, emite juízo de valor, toma partido
ADVOGADO DE MENDES
Artigo na página A3 de segunda com elogios a Gilmar Mendes tinha de trazer a informação de que o autor é seu advogado
DESALENTO E DESEMPREGO
Manchete da página B6 de sexta erra ao atribuir ao IBGE conclusão de que "desalento evita alta no desemprego"
PETROBRAS
Manchete na página A4 de quarta diz que estatal gastou R$ 47 bi sem licitação em seis anos; deveria ter dito que foram R$ 72 bi em oito anos
REINO UNIDO
Jornal faz cobertura fraca e atrasada do escândalo das verbas de representação Parlamento britânico, similares aos do Congresso brasileiro.

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publicado por Julio Falcão às 11:07
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Maio 25 2009
BBC Brasil

Novo presidente sul-africano deveria aprender lições políticas de Lula, diz 'FT'

O novo presidente da África do Sul, Jacob Zuma, deveria "aprender lições políticas" com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para afastar as previsões pessimistas sobre seu governo, segundo afirma artigo publicado nesta segunda-feira pelo diário britânico Financial Times.

Segundo o jornal, Lula contradisse as previsões de que enfrentaria meses turbulentos pela frente após ser eleito presidente, em 2002, "não só tirando o Brasil da crise como levando o país a um período de relativa prosperidade".

"E assim como os formadores de opinião estavam equivocados sobre o presidente do Brasil, podem também agora estar subestimando o presidente da África do Sul?", questiona o artigo.

O texto, assinado pelo editor de América Latina do jornal, Richard Lapper, observa que tanto Lula quanto Zuma têm perfis parecidos em alguns aspectos, como a origem pobre, o carisma e a capacidade de "ouvir e negociar".

Mas segundo o artigo, enquanto os desafios de Lula em 2002 eram essencialmente econômicos, com o país à beira de uma crise financeira, os temores na África do Sul têm sido mais em relação à capacidade de Zuma de governar.

Temores dissipados

"Certamente há temores sobre o viés populista de Zuma e suas ligações com a esquerda. Mas seus críticos têm estado mais preocupados com alegações de corrupção. Zuma também atraiu desdém por suas posições sobre sexualidade (ele é polígamo), as quais os críticos temem que tornarão mais difícil o controle da epidemia de Aids", diz o texto.

O artigo comenta que Zuma conseguiu dissipar os temores sobre governabilidade, com as acusações de corrupção negadas pela Justiça sob o pretexto de que tinham motivação política, com suas promessas de "inclusão" para as minorias branca e indiana e com sua condução da política econômica.

"No Brasil, a grande realização de Lula foi a manutenção da extabilidade econômica, colocar os pobres no topo de sua agenda política e avançar com as reformas, expandindo de maneira firme os programas de bem-estar social. Parece agora haver ao menos uma possibilidade de que Zuma poderia partir do mesmo caminho centrista. Não será fácil. A economia da África do Sul está em recessão", diz o texto.

"No Brasil, Lula foi capaz de usar sua imagem de 'homem do povo' para conter as expectativas de mudanças do dia para a noite e convencer os simpatizantes a segui-lo no longo prazo. É um truque que Zuma poderia repetir", conclui o artigo do Financial Times.

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publicado por Julio Falcão às 10:21
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Maio 25 2009
Secretário de Serra prevê ações afirmativas em 500 anos
Por: Redação - Fonte: Afropress - 18/5/2009

S. Paulo – A celebração dos 25 anos do Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado de S. Paulo, realizada nesta segunda-feira (18/05), no auditório Franco Montoro, da Secretaria da Justiça e Defesa de Cidadania, por pouco não se transforma em ato de protesto dos negros presentes depois que o Secretário de Relações Institucionais José Henrique Reis Lobo (foto) disse que “até simpatizava com a proposta de Ações Afirmativas”, porém, tinha consciência de que isso só aconteceria “quem sabe, nos próximos 500 anos”.

O mal estar provocado pelas declarações de Lobo – que também é presidente do PSDB em São Paulo – foi tão grande que alguns ativistas negros presentes se retiraram do auditório em protesto. Outros, filiados ao PSDB, comentavam entre si, a disposição de se desfiliarem do Partido.

A presidente do Conselho, professora Elisa Lucas Rodrigues, que presidia o ato, assistiu as demonstrações de desagrado e de indignação. Ela não quis falar à Afropress sobre o episódio. Na mesa, além do deputado tucano Milton Flávio, o Secretário Adjunto da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), da Presidência da República, Elói Ferreira, representando o ministro chefe, deputado Edson Santos.

Saia justa

A saia justa do Governo do Estado começou mesmo antes do discurso de Lobo, quando o advogado e ex-presidente do Conselho, Antonio Carlos Arruda, protestou diante do que ele considerou declarações infelizes do governador José Serra. Recentemente, em artigo publicado no Jornal Folha de S. Paulo de 24 de abril, à pretexto de lembrar a tragédia do nazismo contra os judeus e do genocídio contra os armênios pelos turcos, Serra condenou os que “insistem em ressuscitar o conceito de raça e criar legislações baseadas na premissa de que elas merecem tratamento diferenciado pelo Estado”.

A declaração já havia provocado reações de negros próximos aos tucanos, como Hélio Santos – o primeiro presidente do Conselho e amigo de Serra e de Fernando Henrique – que contestou a posição do governador vista como um recado aos que defendem as cotas e ações afirmativas para negros e indígenas.

Arruda condenou as declarações do governador, disse que os negros não tem interesse em racializar o debate sobre cotas e ações afirmativas e defendeu reformas profundas no Conselho que ele considera que “precisa ser repaginado para dar conta das novas tarefas”.

Logo em seguida às declarações de Arruda, que já foi assessor do deputado José Aníbal e é visto como uma das lideranças tucanas mais conhecidas, o secretário Reis Lobo “fecharia com chave de ouro”, a série de declarações infelizes do Governo.

O que mais indignava algumas lideranças negras presentes é que Logo é o titular da Secretaria de Relações Institucionais – criada por Serra, justamente para reunir os Conselhos, entre os quais o da Comunidade Negra. Também lembraram que S. Paulo, sob o Governo de Geraldo Alckmin criou, por decreto, um Plano de Ações Afirmativas, que jamais saiu do papel.

O Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra de S. Paulo é o mais antigo do Brasil. Criado, em 1.984, no Governo Monteiro, perdeu espaço e importância e está sucateado e sem recursos. As "comemorações" pelos 25 anos começaram com o ato seguido de palestra do escritor e compositor Nei Lopes e terminou com um show de Lopes e os Partideiros do Cacique no Auditório Simon Bolívar do Memorial da América Latina.

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publicado por Julio Falcão às 09:53
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Maio 25 2009

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publicado por Julio Falcão às 09:32
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Maio 25 2009
Agência Estado
Por Alessandra Saraiva

Rio - O consumidor brasileiro está mais otimista em maio quanto ao futuro da economia nos próximos meses, em comparação a abril. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) deste mês subiu 1,3% na série com ajuste sazonal, após avançar 2,9% em abril, dado revisado. O desempenho do indicador, que é calculado com base em uma escala de pontuação entre zero e 200 pontos (sendo que, quanto mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor) passou a ser de 99,2 pontos em abril (era de 98,5 antes da revisão) e pulou para 100,5 pontos em maio.

Embora a taxa de crescimento do ICC tenha diminuído de ritmo entre o mês passado e o atual, a fundação destacou que a parcela de consumidores entrevistados que preveem melhora na situação da economia local nos próximos meses subiu de 26,3% para 28%, na passagem de abril para maio. No mesmo período, a parcela dos que projetam piora diminuiu de 23,5% para 20,6%.

Em comunicado, a FGV informou que "apesar de ainda se encontrar em nível distante do registrado em setembro do ano passado (de 110,2 pontos), este é o terceiro mês consecutivo de avanço do índice, indicando continuidade da tendência à recuperação gradual da confiança do consumidor brasileiro".

A FGV informou ainda que, entre as respostas sobre o cenário atual, houve melhora da avaliação presente em relação à situação econômica local. De abril para maio, a parcela de consumidores pesquisados que avaliam a situação atual como boa subiu de 7,3% para 7,8%; já a fatia dos que a julgam ruim caiu de 52,1% para 49,2%, no mesmo período.

O ICC é dividido em dois subíndices: o Índice de Situação Atual (ISA), que apresentou alta de 1,1% em maio, após registrar queda de 0,6% em abril; e o Índice de Expectativas (IE), que apurou aumento de 1,6% em maio, após apresentar alta de 5,2% em abril. Os dados de abril desses dois subíndices também foram atualizados pela FGV, e apresentavam, respectivamente, taxa negativa de 1% e aumento de 5% no mês passado.

Ainda segundo a fundação, o ICC caiu 10,9% em maio, na comparação com igual mês do ano passado. Em abril, o ICC apresentou queda de 13,2% nesse mesmo tipo de comparação.

O índice é composto por cinco quesitos da "Sondagem das Expectativas do Consumidor", apurada desde outubro de 2002 (com periodicidade trimestral, até julho de 2004, quando passou a ser mensal). O levantamento abrange amostra de mais de 2 mil domicílios, em sete capitais, com entrevistas entre os dias 30 de abril e 20 de maio.

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Maio 25 2009
Agência Estado
Por Rodrigo Petry

São Paulo - A quinta edição do Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal (CEF), que se encerrou hoje em São Paulo, registrou um crescimento de 13,5% no volume de negócios em relação ao evento de 2008. Segundo a CEF, foram encaminhados 18,2 mil contratos com a Caixa, construtoras e imobiliárias, que representaram R$ 1,590 bilhão em negócios. O valor médio dos imóveis ficou na faixa de R$ 87 mil. O total de visitantes aos estandes de São Paulo nos quatro dias foi de 121,3 mil pessoas.

Segundo o superintendente regional da CEF, Valter Nunes, as pessoas com faixa de renda familiar entre três e dez salários mínimos (de R$ 1.395 a R$ 4.650) foram as que mais procuraram esta edição do Feirão. Ele destacou que as famílias com renda inferior a três salários mínimos, diante da divulgação do programa "Minha Casa, Minha Vida", estão optando por se inscrever por meio da internet ou nas prefeituras conveniadas.


Nunes acrescentou que as pessoas que não foram ao Feirão poderão procurar as agências da CEF, imobiliárias ou construtoras a partir de amanhã para consultar as condições de financiamento, idênticas às oferecidas durante o evento. De acordo com ele, por meio da internet já foram registrados mais de 1,2 milhão de acessos em busca das condições. No total, foram oferecidas 110 mil unidades residenciais na região metropolitana de São Paulo, sendo 42.566 novas ou em construção e 67.400 usadas.


Além de São Paulo, hoje foi encerrada também a edição de Brasília (DF) que, junto com os feirões realizados na semana passada - no Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Uberlândia (MG), Salvador (BA) e Curitiba (PR) - somou mais de R$ 1,8 bilhão em negócios. Os próximos feirões acontecem em junho nas cidades de Recife (PE), Porto Alegre (RS) e Fortaleza (CE).

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Maio 25 2009
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