Blog do Julio Falcão

Maio 18 2009
Até os leitores conservadores do Estadão acreditam que a CPI irá atrapalhar os investimentos da Petrobrás.

Em pesquisa realizada pelo Estadão Online, 87% dos 6.184 participantes disseram que a CPI irá interferir negativamente nos investimentos da estatal.

Somente 13% acreditam que não interfere.

Ou seja, até os mais conservadores já sabem que essa fraca oposição quer essa CPI para destruir a Petrobrás.

A grande maioria concorda com a Ministra Dilma que disse que não há irregularidade e que a CPI atrapalharia os investimentos da Petrobrás.

Essa fraca oposição comandada pelo PSDB está perdida, sem rumo. Não se preocupa com o Brasil. Só pensa em retomar o poder para que o País reviva o desatre que foi o governo FHC.

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publicado por Julio Falcão às 19:08
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Maio 18 2009
Aloisio Milani e Marcela Rocha - Portal Terra

A desembargadora Cecília Mello, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, é casada com o advogado Celso Cintra Mori, sócio gestor do escritório Pinheiro Neto e profissional atuante na vida das empresas do Grupo Camargo Corrêa em vários momentos. Cecília Mello é justamente a desembargadora que concedeu habeas corpus aos diretores da holding na Operação Castelo de Areia, que investiga crimes financeiros e lavagem de dinheiro. A proximidade dos dois configura uma situação certamente constrangedora.

Em entrevista a Terra Magazine, a desembargadora negou qualquer impedimento sobre a Operação Castelo de Areia:

- Eles não são advogados da construtora Camargo Corrêa, da holding Camargo Corrêa. Nem em outros casos. Eles só são advogados da Alpargatas. Pelo menos foi essa a informação que me passaram.


A seguir, os fatos apurados sobre a relação.

O escritório de advocacia de Celso Mori defende empresas da holding Camargo Corrêa regularmente em processos no Supremo Tribunal Federal (STF), no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), no Tribunal de Justiça de São Paulo e Rio de Janeiro e no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Terra Magazine checou processos protocolados nessas instâncias da Justiça e apurou que existem diversas ações do Grupo Carmargo Corrêa patrocinadas pelo escritório Pinheiro Neto nos últimos cinco anos. Sobretudo, na área civil, tributária e comercial - o foco do escritório.

Leia a matéria Completa Aquí

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publicado por Julio Falcão às 17:13
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Maio 18 2009
Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil


Brasília - O mês de abril foi o terceiro consecutivo com resultado positivo entre o número de postos de trabalho com carteira assinada gerados e o de demissões: 106.205 vagas. Em abril de 2008, o saldo havia sido de 294.522 vagas.


Foram empregados 1.350.446 trabalhadores e demitidos 1.244.241. No ano, foi a primeira vez que o saldo foi positivo: 48.454 vagas. Os dados constam do Cadastro Gereal de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho.

(Comentário: Como a crise não passou de marolinha, a fraca oposição buscou na CPI uma luz que a afastasse das trevas inevitáveis)

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publicado por Julio Falcão às 14:08
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Maio 18 2009
Lúcia Norcio
Repórter da Agência Brasil

Curitiba - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, qualificou como irresponsável a atitude da oposição de insistir numa CPI para investigar possíveis irregularidades tributárias na Petrobras. Ele falou na manhã de hoje (18) ao chegar a uma audiência pública sobre o Programa Minha Casa Minha Vida, na Assembleia Legislativa do Paraná.

“No afã de dificultar as coisas para o governo, pode prejudicar uma das maiores empresas do mundo. Mas, não vão conseguir, porque o governo vai continuar investindo na Petrobras e na área do pré-sal para manter a Petrobras como a grande empresa que é.”

Apesar das considerações, Bernardo afirma que o governo vai fornecer todas as informações pedidas. “[Fazer a CPI] é um direito constitucional e que está no regimento do Congresso.”

Para Bernardo, o PSDB gostaria mesmo era de privatizar a Petrobras, o que não conseguiu no governo anterior. "Provavelmente está querendo desmoralizar a empresa para fazer isso no futuro", disse. “Vamos acompanhar as ações da oposição sem paralisar as ações do governo. Nem as ações de investimento nem nem o Programa Minha Casa Minha Vida”, completou.

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publicado por Julio Falcão às 13:56

Maio 18 2009
Por Helena - Os Amigos do Presidente Lula

O governo do Maranhão e a Petrobras assinaram na sexta-feira um protocolo de intenções para a construção de uma refinaria com capacidade de processar 600 barris diário de petróleo. A unidade será construída no município de Bacabeira, a 60 quilômetros de São Luiz. A refinaria será a maior da América Latina e vai custar cerca de US$ 20 bilhões. A previsão de entrada em operação é para 2013. O documento foi assinado pela governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e pelo diretor de Serviços da Petrobras, Renato Sousa Duque.O protocolo de intenções é o primeiro passo para viabilizar a construção da refinaria. O documento antecede a assinatura do termo de compromisso, que marca o início das obras e deverá ser firmado em até 120 dias

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publicado por Julio Falcão às 09:51

Maio 18 2009
Apesar de crise, exportações do Brasil à China aumentam 65% em 2009
Marina Wentzel

De Hong Kong para a BBC Brasil (click no link para ler a matéria completa)


Exportações brasileiras à China cresceram contrariando previsões pessimistas.

Contrariando as expectativas pessimistas em meio à crise econômica mundial, as exportações brasileiras à China cresceram 64,7% no primeiro quadrimestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado.

Em janeiro, um levantamento do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) havia projetado perdas de mais de US$ 1,5 bilhão somente nas vendas de minério de ferro, soja e petróleo, mas a estimativa negativa não chegou a se concretizar.

Correspondendo a cerca de 77% da pauta exportadora, esses três produtos surpreenderam o mercado apresentando crescimento acelerado nas exportações entre janeiro e abril.

Nos primeiros quatro meses de 2009, o volume das vendas de soja em grão aumentou 70,1%, e do minério de ferro 51,3% em relação ao mesmo período de 2008, segundo números do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio, compilados pelo CEBC. Mas o dado mais impressionante é o das vendas de petróleo e derivados, que subiram 251%.

"Nós erramos feio na projeção", disse Rodrigo Maciel, secretário-executivo do Conselho Empresarial Brasil-China.

"O comércio destes três produtos está crescendo muito forte, mas os fatores responsáveis por isso são variados", explicou.

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publicado por Julio Falcão às 09:16
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Maio 18 2009
Lula vai à China em busca de parceria além do comércio

ROGERIO WASSERMAN
FABRÍCIA PEIXOTO
da BBC Brasil (Click no link para ver a matéria completa)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca nesta segunda-feira em Pequim para sua segunda visita oficial à China em cinco anos, com o desafio de pôr em prática uma "parceria estratégica" entre os dois países que vá além da relação comercial.

Um dos principais pontos da agenda de Lula durante a visita de três dias será a assinatura de um plano quinquenal de ação conjunta para o período de 2010 e 2014.

Esse plano deverá estabelecer metas para o crescimento do comércio bilateral, dos investimentos e de outros pontos da cooperação entre os países.

A China é considerada "parceira estratégica" do Brasil desde 1993, quando foi assinado um acordo entre os países durante o governo Itamar Franco.

Desde então, a importância comercial do país asiático para o Brasil vem crescendo significativamente, a ponto de a China ter se tornado em abril pela primeira vez na história o maior parceiro comercial do Brasil, desbancando 80 anos de liderança absoluta dos Estados Unidos.

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publicado por Julio Falcão às 04:00
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Maio 18 2009
Tariq Saleh

Enviado especial da BBC Brasil a Riad (Click no link para ver a matéria completa)

Lula se encontrou a portas fechadas com rei Abdullah.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na noite deste sábado em Riad novos acordos com o rei da Arábia Saudita, Abdullah Bin Abdulaziz Al Saud, que abrangem "todos os setores econômicos como o petrolífero, industrial, de investimentos e turismo".

Os acordos foram assinados a portas fechadas no Palácio Real, residência do rei, e abrem a possibilidade de amplos investimentos mútuos nos próximos anos.

Segundo o Itamaraty, os acordos incluem ainda o desenvolvimento científico, tecnológico, hídrico, elétrico e de infra-estrutura, o que abriria caminho para empresas brasileiras e pessoas físicas interessadas em entrar em projetos bilionários que a Arábia Saudita planeja em seu território.

No setor de energia, os dois países firmaram cooperação em projetos petrolíferos, de gás, de mineração e de petroquímicos.

O setor de alimentos também foi incluído, onde o Brasil já possui grandes negócios com o governo saudita, como nas áreas de produtos agrícolas e pecuários.

Comércio

O governo brasileiro quer ampliar o volume de comércio com o país árabe. No ano passado, o Brasil exportou US$ 2,56 bilhões (cerca de R$ 5,34 bilhões) para o país.

A Arábia Saudita é o maior parceiro comercial do Brasil na região.

Pelo acordo, brasileiros e sauditas deverão "estimular a expansão e a diversificação de suas relações comerciais, incluindo o intercâmbio de bens e serviços".

Brasil e Arábia Saudita também assinaram acordos de cooperação em áreas de infra-estrutura para o desenvolvimento de ferrovias, transportes, aviação, construção de estradas, telecomunicações, energia e tratamento e reciclagem de lixo.

Foram incluídos ainda intercâmbios nas áreas de esportes, mídia, televisão, rádio, publicações e turismo.

Blocos

Os dois países passarão a "intercambiar suas visões em torno de temas internacionais e regionais de interesse comum", segundo o Itamaraty.

O Brasil vem aumentando sua presença econômica e estratégica no mundo árabe nos últimos anos, especialmente na região do Golfo, e conta com a Arábia saudita como aliada.

O governo brasileiro negocia um amplo acordo de livre comércio entre o Conselho de Cooperação do Golfo (GCC, na sigla em inglês) e o Mercosul.

O GCC foi idealizado pela Arábia Saudita e é formado ainda por Emirados Árabes Unidos, Omã, Kuwait, Bahrein e Catar.

Ainda no sábado, o presidente Lula teve um encontro com o secretário-geral do GCC, Abdul Rahman al Attiya.

As negociações foram iniciadas em 2005, durante a 1ª Cúpula América do Sul Países Árabes (ASPA) e retomadas durante o segundo encontro da ASPA em Doha, no Catar, em março deste ano.

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publicado por Julio Falcão às 03:00
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