Blog do Julio Falcão

Maio 16 2009
Os Amigos da Presidente Dilma

Faxina popular

Começou na internet - onde mais poderia ser? - um movimento que pode até não vingar, mas tem charme. Prega o boicote da população à reeleição de deputados e senadores. Não seria necessário mudar as leis; apenas negar voto a quem já cumpriu um mandato. Fora algumas poucas injustiças, a faxina seria altamente salutar.

DIVULGUEM!!!


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publicado por Julio Falcão às 23:03

Maio 16 2009
“Uma das razões para a CPI da Petrobras foi, tranquilamente, a tunga de milhões no Aécio”, disse o senador Arthur Virgílio (AM), líder da bancada tucana no Senado. Segundo Virgílio, a queda na transferência da contribuição para Minas Gerais foi fundamental, por exemplo, para o colega Eduardo Azeredo (MG) cerrar fileiras em favor da comissão. “Tem alguém insatisfeito. Só isso justifica uma CPI contra a maior empresa brasileira”, diz um ministro. (Correio Braziliense)

(O senador Arthur Virgílio devería se envergonhar de ter tamanha cara de pau. Sei que isso é impossível acontecer. Esse medíocre senador não pensa no País, é adepto do quanto pior melhor. Fora traidor do povo brasileiro!!!!)

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publicado por Julio Falcão às 16:30
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Maio 16 2009
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Observatório da Imprensa

A "indústria da crise" contamina a mídia nacional

Postado por Carlos Castilho em 15/5/2009 às 4:21:58 PM


A gripe H1N1 (ex-gripe suina) está sumindo do noticiário deixando no ar uma série de perguntas não respondidas e principalmente a sensação de que foi mais um de uma sucessão de eventos midiáticos onde nós todos somos espectadores e protagonistas involuntários.

A gripe foi apresentada durante várias semanas como uma gravíssima ameaça à humanidade, provocando a adoção de medidas que beiravam a histeria coletiva. De repente,as notícias minguaram, foram se tornando escassas, num processo muito similar ao que aconteceu com a chamada turbulência econômica global.

Tanto num como noutro caso houve um impacto inicial provocado por declarações alarmistas de autoridades diversas, seguidas por um bombardeio noticioso por parte da mídia gerando temor, preocupação e reações de todos os tipos entre os consumidores de informação.

Mas o que mais surpreende foi a forma como ambos os temas sumiram da agenda da imprensa, deixando no ar uma dúvida básica: será que eles eram tão relevantes como pareciam inicialmente?

Se não foram, faltou serenidade da imprensa e das autoridades para dar tanto à crise econômica mundial como à “epidemia” de gripe a sua dimensão real, poupando a população de um estresse desnecessário.

Mas se ambos os processos são tão graves quanto o quadro pintado inicialmente pela mídia e pelos governos, então os nossos com comunicadores e autoridades estão agora agindo irresponsavelmente ao deixarem a população sem o necessário seguimento informativo.

A sucessão recente de grandes eventos mundiais e nacionais segue uma mesma rotina efêmera e indica que a mídia e as autoridades, tanto políticas como corporativas, criaram o que poderíamos chamar de “indústria da crise”, ou seja, uma estratégia para buscar objetivos, nem sempre claros, usando como ferramenta principal os temores e inseguranças das pessoas comuns.

Outra característica comum de toda excitação informativa provocada pela combinação de interesses entre autoridades e imprensa é a despreocupação generalizada com as soluções. Grandes escândalos como o mensalão e outros sumiram da mídia e o que se vê são os principais acusados recuperando gradualmente o antigo status.

Mais uma vez fica a dúvida. Ou a acusação e os escândalos eram infundados e a mídia foi cúmplice em jogadas políticas escusas, ou tudo era verdadeiro e agora assistimos a uma irresponsável absolvição branca dos culpados. Onde está a função fiscalizadora da imprensa?

De dúvida em dúvida vamos começando a construir uma certeza: a de que a mídia e as autoridades estão chegando perigosamente perto do descrédito generalizado. A busca frenética por situações capazes de garantir visibilidade para os tomadores de decisões — e novas receitas para os formadores de opiniões — começa a tornar nítido o divórcio entre os interesses dos que têm poder e os desejos ou necessidades da população.

A ampliação da indústria da crise movida por interesses oficiais e corporativos pode, no médio prazo, contribuir para o desenvolvimento de uma paranóia coletiva, do tipo da surgida logo depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos.

Sem confiar nas informações da imprensa e das autoridades, a população sente-se órfã e pode repetir comportamentos irrefletidos como no fatídico dia 15 de maio de 2006, em São Paulo. Naquela segunda-feira, milhões de paulistas, assustados por uma onda de boatos e pelo sensacionalismo midiático sobre ações do crime organizado, simplesmente entraram em pânico e correram para suas casas, num toque de recolher não declarado.

O antídoto pode ser o sistema horizontal e descentralizado de informações criado pela internet. Mas como ele ainda é incipiente no Brasil, tanto pode funcionar a favor como contra. No caso do toque de recolher em São Paulo, o email e o MSN foram um ativador da insegurança ao propagar boatos. Mas no caso da gripe, os mexicanos deram uma lição de como usar a Web para evitar o pânico coletivo.

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publicado por Julio Falcão às 16:06
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Maio 16 2009
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Viomundo

Mais um passo na privatização do Congresso

Atualizado em 16 de maio de 2009 às 12:38 | Publicado em 16 de maio de 2009 às 12:09

por Luiz Carlos Azenha -

É inacreditável a irresponsabilidade daqueles que receberam de forma legítima, do povo, uma cadeira no Senado Federal. É inacreditável que coloquem seus interesses políticos de curto prazo adiante dos interesses da população e do Brasil.

A Petrobras pode ser investigada? Pode e deve. Não importa que seja uma empresa estratégica, nem que carregue consigo a simbologia do país. A Petrobras pode e deve ser cobrada, sempre, especialmente quando coloca em risco o meio ambiente, quando colabora com a precarização das relações de trabalho -- através da terceirização -- ou quando coloca interesses particulares de seus acionistas adiante dos interesses do Brasil.

Não queremos uma estatal fazendo o papel que a petroleira da Venezuela teve naquele país, de um verdadeiro governo paralelo, que colocava interesses comerciais e estratégicos dos Estados Unidos acima dos interesses nacionais. Ou vocês acham que não foi a intervenção de Chávez na PDVSA o estopim para o golpe contra o presidente da Venezuela?

O problema, portanto, não é se a Petrobras deve ou não ser investigada. É como fazê-lo. Já existem todas as instâncias necessárias à investigação da Petrobras, tanto da parte do governo, quanto da oposição, quanto da sociedade. A empresa pode ser investigada pelo Ministério Público, pelo Tribunal de Contas, pela Polícia Federal e nas diversas comissões do Parlamento. Não há dúvida: a Petrobras deve satisfações ao Congresso, pode e deve ser denunciada na tribuna e precisa responder a todos os questionamentos que recebe.

O que não dá para entender, sinceramente, é que se pretenda promover um circo no Congresso às custas da Petrobras, especialmente num momento de crise econômica internacional em que suposições, ilações e acusações infundadas podem afetar a empresa. Que diretor da Petrobras terá coragem de tomar uma decisão estratégica sob o risco de depois ser arrastado e torturado pelo Arthur Virgílio sob as luzes da CPI? Qual será a reação dos parceiros estrangeiros da Petrobras diante dos escândalos artificialmente produzidos no Congresso? Quanto os acionistas da empresa perderão em dinheiro? Que projetos serão adiados ou comprometidos pela inquisição pré-eleitoral?

Em tese, uma CPI não deveria assustar ninguém. Mas não falamos em tese. Falamos no Brasil. E falamos a partir de exemplos concretos: qual foi a utilidade das CPIs recentes, além de gerar uma enxurrada de manchetes, 95% das quais baseadas em fofocas, meias-verdades, distorções e mentiras? Tomemos como exemplo a CPI das Escutas Telefônicas Clandestinas. Qual foi a serventia, além de torrar dinheiro público com a defesa dos interesses do banqueiro Daniel Dantas?

A CPI dos Amigos de Dantas foi o caso mais concreto e escabroso, até agora, da privatização do Congresso brasileiro. Quem vai ganhar com a CPI da Petrobras? O Brasil? O eleitor? O acionista da empresa? O projeto de exploração do pré-sal?

Ou é aquela mesma turma que pretendia transferir a base de lançamentos de Alcântara para os Estados Unidos, que vendeu a Vale a preço de banana, que planejava vender Furnas, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal?

A CPI da Petrobras é mais um passo na privatização do Congresso brasileiro, desta vez em nome de interesses externos conjugados com os de pilantras brasileiros de sempre. Pilantras, diga-se, com mandato popular.

PS: Está sendo lançada nos bastidores da internet uma articulação que tem como objetivo dar uma resposta unificada da blogosfera independente a este absurdo.

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publicado por Julio Falcão às 15:51

Maio 16 2009
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Excelente artigo do O Terror do Nordeste

O consórcio DEMO-PSDB-PPS adora dizer que o PT aparelhou o Estado.

Agora mesmo senadores tucanos e do DEMO estão dizendo que o PT aparelhou a PETROBRAS. Inclusive esse suposto aparelhamento é uma das "irregularidades" a ser investigada pela CPI, segundo o senador tarado.

Eu acho até engraçado quando ouço esses bandidos, e seus eleitores idiotizados, dizerem isso. É muita estupidez, muita desfaçatez, muito cinismo, muita hipocrisia dessa gangue que só pensa em doar o Brasil.

Ora, é perfeitamente natural que qualquer partido que assuma o Poder nomeie gente de sua inteira confiança para exercer cargo de provimento em comissão, até a própria Constituição Federal prevê esse tipo de provimento de cargo. Todos partidos procedem assim, Todos! Não seria diferente com o PT.

Isso ocorreu no governo FHC, quando ele nomeou sua filha Luciana Cardoso, hoje servidora do Senado Federal sem ter dado ao mínimo um dia de serviço, quando ele nomeou David Zylbersztajn, seu genro, para dirigir a PETROBRAS, quando nomeou "informalmente" seu filho Paulo Henrique Cardoso como lobbista no Congresso Nacional(não esquecer que este cidadão foi denunciado por ter tido superfaturado o Pavilhão da Bandeira do Brasil na Feira de Hannover).

Isso ocorreu com o ex-prefeito Serra. quando nomeou vários prefeitos tucanos e do DEMO derrotados nas diversas cidades paulistanas para exercerem cargos de subprefeito nas diversas subprefeituras de São Paulo.

Isso ocorre com Kassab, quando manteve a mesma política de apadrinhamento de José Serra para preenchimento de tais cargos.

Isso ocorreu com Roberto Arruda, quando nomeou José Jorge Apagão para um alto cargo no governo de Brasília.

Isso ocorre com José Serra, que nomeou para o Conselho de algumas empresas estatais de São Paulo o safado Roberto Freire, que só vai para São Paulo no dia de receber o contracheque.Antero Paes de Barros também foi nomeado para ser conselheiro, dizem que ele presta o serviço lá de Cuiabá.

Isso ocorre com Yeda Cruzes, que nomeou seu marido para saquear os cofres públicos do RGS.

Esses casos são o que eu tenho conhecimento, provavelmente outras administrações agem assim.

Então, se é assim, por que o PT não pode nomear seus militantes, seus filiados para exercer cargo de confiança?

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publicado por Julio Falcão às 15:33
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Maio 16 2009
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José Serra está conseguindo quebrar a Petrobras: Noticiário negativo causa queda das ações

Por Helena no Os Amigos do Presidente Lula


O plano do PSDB de José Serra está dando certo. Parar a Petrobras, trazer prejuizos para que seja privatizada. O mercado financeiro reagiu mal à criação, no Senado, da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Petrobrás. As ações da companhia puxaram para baixo a Bolsa de Valores de São Paulo ontem e, segundo analistas, a tendência é de mau desempenho nas próximas semanas, em virtude do noticiário negativo que pode ser gerado pela CPI.

"A Petrobrás deve permanecer na mídia de forma negativa enquanto durar a CPI", comentou o analista Nelson Rodrigues de Mattos, do Banco do Brasil Investimentos, destacando que o impacto maior deve se dar junto aos investidores estrangeiros, que seriam mais vulneráveis ao noticiário político.

As ações ordinárias da estatal (com direito a voto) fecharam o dia em queda de 1,37%. Já as preferenciais caíram 1,39%. A Bovespa terminou o pregão em queda de 0,89%.

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publicado por Julio Falcão às 14:35

Maio 16 2009
GOVERNO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - PSDB

P-36








Fonte das imagens: Aquí

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publicado por Julio Falcão às 01:22

Maio 16 2009
A oposição sem rumo colocou como objeto de apuração para conseguir instaurar a CPI o seguinte:

(Fonte: Estadao)

1 - indício de fraude nas licitações para a reforma de plataforma para a exploração de petróleo, apontada na operação de águas profundas da Polícia Federal.

2 - graves irregularidades nos contratos de construção de plataformas, apontadas pelo relatório pelo tribunal de contas da união.

3 - indício de superfaturamento na construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, apontada em relatório do Tribunal de Contas da União.

4 - denúncia de desvio de royalties de petróleo, apontada pela operação royalties da Polícia Federal.

5 - denúncia de fraude do Ministério Público Federal envolvendo pagamentos, acordos e indenizações feitos pela ANP a usineiros.

6 - denúncia de utilização de artifícios contábeis que resultaram no recolhimento de impostos e contribuições de R4 4,3 bilhões e

7 - denúncia de irregularidade no uso de verba de patrocínio da estatal.



Vejam que interessante, desses sete motivos, os cinco primeiros já estão sob investigação. Os outros dois provávelmente também estejam.

É ou não é uma CPI desnecessária para o País? O que esses incompetentes senadores podem apurar mais do que a PF e o MPF?

As CPI´s não dão resultado nenhum neste País porque os políticos são despreparados e, no fundo, essas CPI´s só servem para colocá-los em evidência na mídia.

São todos aproveitadores e irresponsáveis.

Não votem no Serra. É prá ele e por ele que a CPI foi instaurada.

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publicado por Julio Falcão às 01:01

Maio 16 2009
A oposição sem rumo conseguiu instalar a CPI que irá apurar supostas irregularidades na Petrobrás.

Estes são os senadores responsáveis por essa atitude BURRA e sem compromisso com o País.

PSDB

Álvaro Dias
Artur Virgílio
Cícero Lucena
Eduardo Azeredo
Flexa Ribeiro
João Tenório
Lúcia Vania
Marconi Pirillo
Mario Couto
Marisa Serrano
Papaléo Paes
Sérgio Guerra
Tasso Jereissati

DEM

Adelmir Santana
ACM Júnior
Demóstenes Torres
Efraim Morais
Gilberto Goellner
Heráclito Fortes
Jayme Campos
José Agripino
Kátia Abreu
Marco Maciel
Maria do Carmo Alves
Raimundo Colombo

PMDB

Jarbas Vasconcelos
Pedro Simon
Geraldo Mesquita Júnior
Mão Santa

PTB

Romeu Tuma
Mozarildo Cavalcanti

PDT

Cristovam Buarque

Ao que tudo indica, somente os senadores Cristovam Buarque e Adelmir Santana retiraram as assinaturas. Não importa, são iguais aos outros.

Não vamos esquecer esses nomes.

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publicado por Julio Falcão às 00:45

Maio 16 2009
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publicado por Julio Falcão às 00:36

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publicado por Julio Falcão às 00:29

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publicado por Julio Falcão às 00:27

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publicado por Julio Falcão às 00:11

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