Blog do Julio Falcão

Maio 09 2009
09/05/2009 - 09h55

Fila por casa de programa do governo federal dobra em São Paulo
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LUCIANA LAZARINI
do Agora

Em menos de um mês, mais de 400 mil famílias com renda de até três salários mínimos (R$ 1.395) se cadastraram na Cohab (Companhia Metropolitana de Habitação) para tentar uma vaga no programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, segundo a Caixa Econômica Federal.

Ainda de acordo com o banco, os cadastros foram feitos na capital desde o dia 13 de abril, quando o programa começou a funcionar. Só essa fila já preencheria a meta de 400 mil casas para famílias com até três mínimos no país.

Com a procura, a fila da moradia popular dobrou. Na primeira semana de abril, a Secretaria Municipal da Habitação informou que tinha 460 mil cadastrados (de todas as faixas salariais, para todos os programas). Só em 16 e 17 de abril, foram mais de 30 mil cadastros, segundo a Cohab.

No Estado, a expectativa da União é construir cerca de 73 mil unidades populares. Os cadastros podem ser feitos na Cohab pelo site www.cohab.sp.gov.br/demanda ou na rua Boa Vista, 128, na região central da capital.

Saiba mais clicando Aqui.
publicado por Julio Falcão às 10:34
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Maio 09 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009 21:10

Por Natuza Nery e Isabel Versiani

BRASÍLIA (Reuters) - Em sua primeira entrevista exclusiva após ter anunciado o tratamento de um câncer, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu que o Banco Central passe a priorizar também a geração de emprego.

Ela advogou, ainda, uma retomada da queda da dívida pública a partir de 2010, hoje em 37,6 por cento do Produto Interno Bruto.

"A questão da inflação não pode ser hoje a única função do Banco Central", disse. "Em um momento de deflação e recessão (mundiais), ele tem que olhar a política de emprego também."

Pré-candidata à sucessão presidencial, a ministra voltou a dizer que não trata do assunto "nem amarrada", mas não evitou nenhum tema econômico.

Braço-direito de um presidente de origem sindical, Dilma diz ser contra qualquer novo marco legal que mexa nos direitos trabalhistas. Para ela, o "estratégico" é uma reforma que profissionalize o setor público.

Segundo Dilma Rousseff, a crise financeira internacional exigiu do governo uma política anticíclica que justificou a redução do superávit primário. Mas, a partir do próximo ano, deve haver compromisso com uma dívida pública menor.

"Ainda achamos que temos de manter um esforço para 2010 e anos seguintes", pontuou, sem esclarecer qual governo seria responsável por essa política.

"Nos interessa muito manter essa trajetória decrescente (da dívida) porque ela vai facilitar que a gente seja sustentável em matéria macroeconômica."

Veja a matéria completa clicando Aqui.
publicado por Julio Falcão às 10:11

Maio 09 2009
A revista Veja não consegue mais esconder o que ocorre no RGS.

Mal sinal para a governadora do PSDB.

Acabou a proteção?

Click Aqui para saber mais.
publicado por Julio Falcão às 09:17
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Maio 09 2009
"Por Luciano Martins Costa em 8/5/2009

Comentário para o programa radiofônico do OI, 8/5/2009

Como era esperado, o vírus da gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína, chegou ao Brasil. Os jornais de sexta-feira (8/5) registraram os primeiros quatro casos confirmados e, de modo geral, mantêm a linha de informar em primeiro lugar, evitando especulações e alarmismo. A exceção segue sendo o Globo, que não perde, ou até cria, oportunidades para deixar no ar a tese de que o Brasil não estaria preparado para uma epidemia.

Os três jornais considerados de maior influência nacional apresentam em manchete a confirmação do contágio em brasileiros que retornaram de viagem ao exterior no mês de abril.

A Folha de S.Paulo destaca em título da reportagem interna de duas páginas que, segundo as autoridades sanitárias, não há motivo para pânico: o vírus tem baixa letalidade, revelando-se pouco mais grave que o da gripe comum.

Também o Estado de S.Paulo, com três páginas para o assunto, dedicou amplo espaço a informar seus leitores sobre cuidados a serem tomados na fase de expansão da doença e destacando a estrutura montada nas principais cidades brasileiras para fazer frente ao possível agravamento do quadro.

O Globo também repete o quadro com informações sobre "cuidados a tomar", mas dedica apenas uma página ao assunto e inclui nela uma nota sob o título "Tendência é aumentar". Sob esse título, alinha-se uma curta entrevista com uma virologista que integra a Comissão para o Desenvolvimento dos Planos de Contingência Nacional para Influenza, órgão criado pela Organização Mundial da Saúde.

Limites da informação

O repórter começa afirmando que, "segundo alguns especialistas, o Brasil não estava preparado e demorou muito para fazer o diagnóstico". A entrevistada rechaçou de bate-pronto, dizendo não concordar com a afirmação. Ainda assim, o repórter insiste em uma resposta alarmista, até que consegue ouvir a obviedade segundo a qual o número de casos no Brasil pode aumentar, porque continuam chegando pessoas que viajaram para os países de maior incidência e porque também podem ocorrer casos de transmissão aqui mesmo no país. O Globo, então, conseguiu o título que o editor buscava.

É assim que se produz o pânico: insiste-se na pior versão, até que um fato de menor importância acabe justificando a escolha pela interpretação mais tenebrosa.

Discute-se permanentemente o papel da imprensa diante de acontecimentos que podem provocar comoção geral ou movimentos coletivos de grandes proporções. Os jornalistas conhecem perfeitamente os limites entre a informação que produz cautela e a que leva ao descontrole. O Globo parece apostar na segunda alternativa."

Observatório da Imprensa
publicado por Julio Falcão às 09:14
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