Blog do Julio Falcão

Novembro 29 2009
Um xereta colocou o nome do cientista político Cesar de Queiroz Benjamin na página de consulta da Secretaria da Administração e Previdência do Governo do Paraná e ali está escrito que ele tem um cargo em Comissão DAS-1 como diretor-presidente da RTVE, conforme pode ser comprovado acessando http://www.seap.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=32. Ao que sabe, quem exerce esta função é o jornalista Marcos Batista. Alguma coisa estranha tem aí.
Fonte: Zé Beto


Incrível, não?

Agora vejam que interessante a matéria que saiu no dia 20/11/2009 às 00:00:00 e atualizada em 20/11/2009 às 03:14:59, no Paraná Online.

José Serra visita Curitiba, mas pouco fala de política

O que será que José Serra conversou com Roberto Requião? Segundo a matéria, não foi sobre política.

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publicado por Julio Falcão às 12:24
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Agosto 26 2009

GEDDEL, O RECICLÁVEL, DEIXA 39 CIDADES DA BAHIA E PERNAMBUCO SEM ÁGUA! O IRRESPONSÁVEL MINISTRO ABANDONOU O POSTO PRA FAZER CAMPANHA DEIXANDO O SERTANEJO EM GRAVES DIFICULDADES.

LULA não sabe disso com certeza.

O Coronel do Exercito Helvetius Marco, Comandante do Exercito na região de Juazeiro e Petrolina, declarou hoje na TV São Francisco, afiliada da Rede Globo, que 14 cidades dos dois estados estão sem poder receber abastecimento d’agua por carro pipa porque O MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SUSPENDEU O SERVIÇO.


As cidades, todas com estado de emergência decretado, são as seguintes:

BAHIA: Juazeiro – 8 distritos da zona rural com 75 mil pessoas, Curaçá, Casa Nova, Remanso e Pilão Arcado


PERNAMBUCO: Verdejante, Santa Filomena, Santa Maria da Boa Vista, Petrolina, Cabrobó, Orocó, Morilandia, Dormentes e Afranio.


Outras 25 cidades que recebiam a ajuda do carro pipa até junho, simplesmente o ministro cortou.

Com a palavra o Irresponsável e também o seu diligente irmão Lucio.

Antonio do Carmo

Fonte: Politica Baiana com o Dedo na Ferida

Comentário do blog: Conheço bem essa região, o calor é infernal. Deixar esse o povo sem água é desrespeito à vida.

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publicado por Julio Falcão às 22:13
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Agosto 09 2009
Pedro Simon: A CPI é um instrumento político eleitoral do PT. Infelizmente essa é a verdade.

O senador Pedro Simon está acabado, não tem mais moral nenhuma.

Este video mostra a verdade que Pedro Simon se recusa a ver.





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publicado por Julio Falcão às 14:26

Agosto 05 2009
O RABO DE SIMON, QUE COLLOR MOSTROU

A Portosol - Instituição Comunitária de Crédito, nasceu a partir de uma iniciativa conjunta do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, (TEM CONVÊNIO COM O GOVERNO TUCANO DE YEDA CRUSIUS) Prefeitura Municipal de Porto Alegre, FEDERASUL e AJE-POA, para fornecer crédito com pouca burocracia, rapidez e taxas acessíveis aos pequenos empresários, registrados ou não.

Hoje atua em toda a região metropolitana de Porto Alegre e Vale do Rio dos Sinos oferecendo diversos serviços de financiamento para pequenos empreendedores. Já são mais de 110 mil operações e R$ 125 milhões em empréstimos.


http://www.portosol.com/

Collor, durante um aparte ao bate-boca do Senador Simon com Renan Calheiros, ameaçou revelar fatos obscuros de Simon. Sabe-se agora que esse fatos tem a ver com a empresa de MICROCRÉDITO PORTO SOL.

O senador gaúcho deverá ir à tribuna explicar que não tem nada com a empresa de microcrédito Porto Sol, que Renan Calheiros insinuou, também, onde ele teria negócios escusos.

- É uma empresa muito bacana de microcrédito. Vou mostrar que não tem nada a ver comigo - disse Simon.

No bate-boca com Pedro Simon (PMDB-RS), Renan Calheiros perguntou se o colega lembrava de uma empresa “Porto Sol”. Simon não respondeuA Porto Sol é uma empresa de empréstimos consignados de familiares muito próximos a Pedro Simon.Tiago Simon Assumiu a Presiência da Portosol em (ABR. 2006)

Em cerimônia realizada na Agência Matriz da Portosol-Instituição Comunitária de Crédito, Tiago Chanan Simon assumiu a presidência da Instituição dia 06/04/2006

Ele exerce atualmente o cargo de Diretor do Departamento de Desenvolvimento Empresarial da Secretaria do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais do RS, Tiago Simon é membro do Conselho de Administração da Portosol desde Março de 2003.
Fonte: Oni Presente

Vejam também:
FILHO DE PEDRO SIMON TEM BOQUINHA NO GOVERNO YEDA (...e na Portosol...) no Cloaca News

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publicado por Julio Falcão às 07:34
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Agosto 03 2009
Em nota, PMDB responde aos ataques da revista 'Veja'

Atacado pela última edição da revista Veja por causa da série de denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney (AP), o PMDB reagiu através de uma nota assinada por sua direção nacional e aproveitou para dar um "recado" aos dissidentes do partido: que eles deixem o PMDB "o quanto antes". A direção do partido afirma que o PMDB não mantém sua estrutura baseada em “caciques” políticos. “Caciques são a expressão do atraso. O PMDB se alimenta da força de seus dois milhões de filiados e no apoio de seus eleitores”, diz o documento.

Ainda na nota, a direção afirma que o programa do partido vem sendo cumprido desde a administração de José Sarney (PMDB-AP) na presidência da República e diz que o apoio aos governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva está dentro da proposta programática do partido. Afirma ainda que as gestões do partido a frente de ministérios tem sido aprovadas pelo Tribunal de Contas da União e está de acordo com as diretrizes do governo.

“O PMDB orgulha-se de suas opções e sabe que tem ajudado o Brasil no limite de suas forças. As críticas, quando justas, só nos ajudam a melhorar”, diz a nota.


Dissidentes

Na nota divulgada no portal oficial, sem citar nomes, o comando nacional da legenda prometeu não cobrar na Justiça os mandatos dos parlamentares rebeldes, sob alegação de infidelidade partidária, se eles saírem do PMDB.

Dois dos principais críticos de Sarney são os senadores peemedebistas Jarbas Vasconcelos (PE) e Pedro Simon (RS). Ambos defendem que o presidente do Senado se afaste do cargo.

Na nota, assinada pelo presidente licenciado do PMDB, Michel Temer (SP) - presidente da Câmara -, e sua substituta, a deputada Íris de Araújo (GO), não fazem referência à delicada situação de Sarney nem falam diretamente de Jarbas e Simon. Mas são duros com os dissidentes, apesar de dizerem que "divergências são comuns em todos os partidos".

"O PMDB acata com humildade o descontentamento de alguns poucos integrantes que perderam espaço político e apostaram na fama efêmera oriunda de acusações vazias. E faz isso porque acredita piamente na democracia. A estes, o recado: podem deixar a legenda o quanto antes sem risco algum de perder o mandato. Ganharão eles, porque deixarão de pertencer ao partido do qual falam tão mal, e ganhará o PMDB, por tornar-se ainda mais coeso e musculoso", dizem os dirigentes.

Pedro Simon considerou a nota "uma afronta ao histórico do PMDB". "Essa gente é muito petulante. Eu represento a história do PMDB. Eles que me expulsem, se quiserem. Eles gostariam de me expulsar, mas terão de pagar um preço muito caro. Não estou ferindo o programa partidário quando peço dignidade e honradez ao partido", reagiu o senador gaúcho que ao mesmo tempo que adota postura de vestal da ética no Senado, acoberta as denúncias contra a governadora tucana do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, a quem Pedro Simon apóia.


Veja abaixo a íntegra da nota do PMDB:

Em sua última edição, a revista VEJA dedicou a capa e oito páginas de reportagem ao PMDB. O material jornalístico se perdeu em meio a afirmações pontuais que pecam, ora pelo exagero, ora pela desinformação. Com todo o respeito aos editores da prestigiosa publicação e aos seus leitores, o PMDB tem quatro principais reparos a fazer no material publicado:

1.O PMDB tem identidade e espinha dorsal bem definidas, ao contrário do que afirma a publicação. Seu compromisso com a liberdade democrática e com os avanços sociais são inarredáveis e públicos, ambos devidamente inscritos no programa partidário. O PMDB estava em linha com seu programa partidário quando apoiou a eleição de Tancredo Neves e o governo de José Sarney. Foi assim que o Brasil conquistou a democracia. O PMDB estava em linha com seu programa partidário quando apoiou o governo Itamar Franco, expoente do partido. Foi assim que o Brasil conquistou o Plano Real, um notável avanço social. O PMDB estava em linha com seu programa partidário quando apoiou o governo de Fernando Henrique Cardoso. Foi assim que o Brasil iniciou o processo de estabilização econômica. E o PMDB está em linha uma vez mais com seu programa partidário ao apoiar o governo do presidente Lula,autor nada mais nada menos do que o maior projeto de distribuição de renda do mundo entre outras conquistas admiráveis no campo da estabilidade, da institucionalização nacional, e do respeito à democracia. Um partido deve ser cobrado quando lhe falta coerência. Não quando é, como o PMDB, co-responsável por transformações positivas e por avanços que só melhoram a qualidade de vida dos brasileiros menos favorecidos. O PMDB orgulha-se de suas opções e sabe que tem ajudado o Brasil no limite de suas forças. As críticas, quando justas, só nos ajudam a melhorar.

2. O PMDB é, há décadas, a base da governabilidade e não o paroxismo do fisiologismo como afirma a revista. Política se faz com alianças programáticas, como demonstrado no item anterior. Os cargos públicos são apenas conseqüência de ideais convergentes. Todo partido se orgulha dos quadros técnicos que possui. No caso do PMDB os bons quadros se acumulam em virtude de sua extensa experiência administrativa. Neste exato momento, o partido administra 1 201 prefeituras e nove governos estaduais. No Poder Legislativo, sua bancada conta com 8 500 vereadores, 172 deputados estaduais, 95 deputados federais e dezenove senadores. Natural que possua quadros para ajudar o governo do presidente Lula em áreas onde pode fazer a diferença.

3.É difícil pensar em algo mais injusto do que montar um quadro intitulado "O PMDB e seu bocado no governo federal", como fez a publicação. A simples listagem dos ministros do PMDB acompanhados das verbas públicas abrigadas em suas pastas dá a quem lê uma impressão equivocada. A arte deixa a sensação errada de que os seus titulares têm o poder de destinar verbas livremente. Nem o país institucionalizado como o Brasil, com poderes claramente construídos e atribuições bem definidas, sabe-se que a quase totalidade dos recursos federais é carimbada por computador. Sabe-se, ainda, que todos os investimentos realizados são resultado de licitações monitoradas pelo Tribunal de Contas da União. Uma consulta ao banco de dados do governo federal pode mostrar claramente como as verbas são alocadas. Nenhum ministro de Estado, seja do PMDB ou de qualquer outro partido toma decisões com a liberdade que a revista sugere no material publicado.

4. O PMDB se orgulha de não manter estrutura baseada em caciques apontado pela revista como defeito partidário. Caciques são a expressão do atraso. O PMDB se alimenta da força de seus dois milhões de filiados e no apoio de seus eleitores. Sem votos não haveria PMDB. No pleito de 2006, o partido obteve 16,8 milhões de votos para governador. Em 2008, foram 18,5 milhões de votos para prefeito. São números que falam por si. Se o PMDB estivesse no caminho errado, por que tantos eleitores prefeririam a agremiação? Sugerir que os eleitores do PMDB são menos informados do que os eleitores dos demais partidos é brincar com a inteligência das urnas. Sobre as divergências, é preciso frisar que são comuns em todos os partidos, até mesmo nas agremiações de pequeno porte. Diga-se de passagem, ocorrem inclusive em empresas privadas de qualquer tamanho, até nas familiares. O PMDB acata com humildade o descontentamento de alguns poucos integrantes que perderam espaço político e apostaram na fama efêmera oriunda de acusações vaias. E faz isso porque acredita piamente na democracia. A estes, o recado: podem deixar a legenda o quanto antes sem risco algum de perder o mandato. Ganharão eles, porque deixarão de pertencer ao partido do qual falam tão mal, e ganhará o PMDB, por tornar-se ainda mais coeso e musculoso. O PMDB espera que tais reparos sejam recebidos como uma contribuição ao contraditório, próprio do bom jornalismo, e espera assim colaborar para elevar o debate em torno da qualidade da política brasileira.


Deputado Michel Temer, presidente licenciado do PMDB

Deputada Iris de Araújo, presidente do PMDB

Brasília, DF

Fonte: Vermelho

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publicado por Julio Falcão às 17:02
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Agosto 01 2009
"Veja bem, o senador Arthur Virgílio definiu um padrão de qualidade ética ao fazer as representações contra Sarney. Só que nem ele mesmo se enquadra no padrão por ele criado. Isto é o que meu líder (Renan Calheiros) tem mostrado: 'olha meu amigo, este padrão que você criou, nem você se enquadra, você tem uma série de problemas'. Aí o Arthur fala que o Renan o ameaçou, isto nunca aconteceria, Arthur é um homem valente demais, ninguém tem coragem de ameaçá-lo porque ele é muito valente."

Vejam mais na entrevista que o senador Wellington Salgado concedeu ao Terra Magazine

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publicado por Julio Falcão às 23:02
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Agosto 01 2009
A globalização e os centauros gaúchos

Paulo Cezar da Rosa

Para o bem ou para o mal, um dos efeitos da globalização é a interdependência dos fenômenos de modo quase direto e instantâneo. Quando Yeda ganhou as eleições no Rio Grande do Sul, ela o fez dentro de uma dinâmica particular do Rio Grande do Sul. Mas também atuava dentro de uma lógica e de um cenário fornecido pela onda neoliberal. A experiência dos gaúchos com o Deus mercado, iniciada no governo Antônio Britto (1994-1998), havia sido interrompida pelo PT de Olívio Dutra (1998-2002) e não foi retomada com vigor pelo governo Rigotto (2002-2006). O grande pecado de Olívio teria sido “mandar a Ford embora”, conforme o mantra perpetrado por sua oposição. O grande problema de Rigotto teria sido fazer um governo mediano e indeciso. O eleitor resolveu radicalizar com o PSDB. Yeda aqui, Alkmin lá e, poder-se-ia dizer, McCain mais acima.

Hoje, as teses neoliberais em favor do mercado – haveria menor corrupção, maior desenvolvimento, menor miséria, maior estabilidade – parecem ridículas. Yeda é uma prova viva da falência das teses neoliberais, mas há poucos anos nada disso era assim. O azar de Yeda (e parece que também o de Serra em São Paulo) teria sido assumir um governo quando um tsunami devastador retirava todas as bases de seu projeto e sua credibilidade.

Não perceber a tempo as mudanças de cenário e ambiente vem sendo um problema recorrente dos centauros gaúchos. Em Porto Alegre, por exemplo, o PT não se deu conta da evolução do seu eleitorado. Os petistas eram excelentes fabricantes de discos de vinil. Tinham a melhor indústria da praça. Mas os eleitores começaram a exigir mais, queriam MP-3, Ipods. Os petistas amargaram duas derrotas seguidas. No momento, é o PMDB que não enxerga ou não quer ver. O senador Pedro Simon vem insistindo em defender Yeda Crusius. Nesta quinta-feira, dia 29, em O Globo, o senador afirmou: “Estão fazendo horrores aqui contra a Yeda.“ E mirou no ministro Tarso Genro, dizendo que ele “não se controla”.

Simon se mostra determinado a manter, até o limite, seu partido na base de sustentação do governo gaúcho. O movimento do senador parece inspirado em Lula, que vem atuando para manter Sarney na presidência do senado. Mas Simon não vê as diferenças: para todos já está claro que Lula está defendendo o senador problemático para garantir seus próprios interesses e os do país. Já Simon está defendendo uma governadora problemática e incompetente. Só. Não existe nenhuma nobreza no seu gesto.

Quando Obama disse que Lula é o cara, seus analistas provavelmente já sabiam o que agora se revela. O Brasil já superou a crise e, afinal, para os brasileiros a maior crise do capitalismo mundial revelou-se mesmo uma marolinha. No mundo da política, o tsunami só vai acontecer para a oposição.
Fonte: Carta Capital

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publicado por Julio Falcão às 10:12
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Julho 30 2009
Cúpula do PMDB dá aval à retaliação contra tucanos

São Paulo - A decisão do PMDB do Senado de partir para o contra-ataque e retaliar o PSDB com representações no Conselho de Ética contra senadores tucanos pôs a cúpula peemedebista numa saia-justa. Os principais dirigentes do partido, os deputados Michel Temer (SP), licenciado da presidência, e Iris Araújo (GO), no exercício da presidência, resistiam a entrar na guerra desencadeada no Senado entre os dois partidos. Mas depois de ouvir o presidente da Casa, José Sarney (AP), e o líder do partido no Senado, Renan Calheiros (AL), a cúpula deu o aval para que Íris assine as representações contra os tucanos. A primeira delas, contra o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), deverá ser protocolada na semana que vem.

Temer conversou ontem com Sarney sobre a decisão de Renan de retaliar o PSDB, que na terça-feira protocolou três representações contra o presidente da Casa. A princípio, ele e a cúpula do partido resistiram até onde puderam para ficar à margem da crise no Senado. Porém, diante de apelo de Sarney e de Renan, cederam e concordaram com a represália aos tucanos.


Temer conversou com o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), e avisou da decisão do PMDB de levar parlamentares tucanos ao Conselho de Ética do Senado. O envolvimento dos deputados com a briga dos senadores ocorreu porque uma representação só pode ser feita pela direção partidária.


Colegas de Temer na cúpula peemedebista argumentaram que ele não teve como negar o pedido de Sarney, considerado um dos caciques da legenda. Além disso, a negativa da representação iria criar um clima de guerra explícita entre deputados e senadores que integram a Executiva Nacional do partido, como é o caso de Renan. Os dois lados já vivem às turras por causa da disputa de espaço nos ministérios e estatais do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.


Representações


Além de Virgílio - que confessou ter empregado funcionário fantasma em seu gabinete e usado 3,3 mil do ex-diretor do Senado Agaciel Maia, em 2005, quando estava em viagem a Paris com a família -, o PMDB também estaria disposto a protocolar representação contra Tasso Jereissati (PSDB-CE), que admitiu ter usado o dinheiro de sua cota de passagens aéreas para fretar um jatinho. Na época da denúncia, o senador Mário Couto (PSDB-PA) também confessou ter feito o mesmo.
Fonte: Agência Estado - 30 de julho de 2009 - 08h55

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publicado por Julio Falcão às 09:29
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Julho 29 2009
"O PSDB acaba de arranjar um jeito de se livrar do Arthur porque ele vai ser processado no conselho. As acusações são mais graves do que as que existem contra Sarney. O PMDB não é partido de frouxo", Wellington Salgado (PMDB-MG)

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publicado por Julio Falcão às 07:17
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Julho 25 2009
Na Matéria Como vai acabar esta história do Sarney? Alguém sabe?, o Jornalista Ricardo Kotscho, diz que "Sarney não larga o Senado e Lula não larga Sarney" e faz a pergunta:

"Até onde os dois vão aguentar?".

Ricardo Kotscho, humildemente, tentarei responder.

Não vão. Não será preciso. A grande maioria dos senadores fez o mesmo que Sarney e, quem não fez, por ser minoria, não tem força para lutar contra isso.

O senador Arthur Virgilio é exemplo de quem tem problemas com o decoro parlamentar e continua impune, nada acontece.

Saiu na imprensa que o gabinete do senador tinha, ou tem, um funcionário estudando fora do Brasil, saiu também que ele pegou com o Agaciel uma bela quantia para pagar despesas fora do Brasil e, acreditem, como se isso não existisse, ele aparece todos os dias fazendo pressão para tirar o Sarney da cadeira da presidência do Senado. Surreal, não é? Deveria, no mínimo, assim como os outros, estar sofrendo processo para cassação de seu mandato.

Está louco para colocar o senador Marconi Perillo no lugar, outro sob supeita.

Se Sarney não serve para ser Presidente do Senado, Marconi Perillo também não, aliás, para mim, nenhum deles serve pra uma coisa e nem pra outra.

Esses senadores não possuem a força que imaginam ter. Nenhum deles pede a cassação do mandato do Sarney, pedem a cadeira que ele ocupa.

Sarney não tem com o que se preocupar. Se sair da presidência, coisa que não acredito, continuará senador e tudo será esquecido.

Desde o caso Renan está provado que se um senador não tiver condições éticas para ser Presidente do Senado, serve, pelo menos, para ser um simples senador.

Renan continua senador, apesar de tudo que apareceu contra ele.

No meio desse imenso lamaçal, desconfio que os únicos perdedores serão os senadores do PT. Pagarão muito caro pela covardia e aceitação passiva das manobras dos senadores profissionais da oposição.

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publicado por Julio Falcão às 09:09

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