Blog do Julio Falcão

Setembro 30 2009
Policiais federais querem a saída do diretor-geral e o reenquadramento de carreira

Roberta Lopes

Brasília - Policiais federais fizeram uma manifestação hoje (30), em frente ao Ministério da Justiça, para pedir a saída do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Luiz Fernando Corrêa, e o reenquadramento de carreira.

Eles reuniram cerca de 500 policiais de todo o país. A manifestação faz parte de uma paralisação de 24 horas, realizada também no Rio Grande do Sul. Os policiais federais querem que a escolha do diretor geral seja feita por meio de lista tríplice.

Na Ponte da Amizade, que liga Foz do Iguaçu (PR) a Ciudad del Este, no Paraguai, foi realizada uma operação padrão. O presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Distrito Federal (Sinpol/DF), Claudio Avelar, disse que a categoria está “insatisfeita” com a intervenção política que, segundo ele, vem ocorrendo na Polícia Federal. “Todos queremos a saída do atual diretor da Polícia Federal porque ele não atende os interesses da categoria”, afirmou. “ Queremos que o melhor investigador comande os investigadores e que o melhor administrador administre”, acrescentou.

Ele disse, ainda, que os policiais querem que seja revisto o enquadramento de cargos. Avelar explicou que os policiais que prestaram concurso em 2004, para o cargo inicial da carreira, que era o de segunda classe, tiveram o seu enquadramento alterado por uma lei que mudou a carreira de policial federal e os policiais que prestaram concurso para a segunda classe foram enquadrados na terceira classe, que passou a ser a classe inicial.

Segundo Avelar, o sindicato vai dar um prazo de 15 dias para que o Ministério da Justiça e a direção da PF deem uma resposta às reivindicações dos policiais, caso contrário poderá ser decretada greve por tempo indeterminado. A PF não se pronunciou sobre o assunto.
Fonte: Agência Brasil

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publicado por Julio Falcão às 20:16
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Agosto 06 2009
Justiça bloqueia propriedades da família Maluf

A 4ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo determinou o bloqueio dos bens de dois filhos do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), Otávio Maluf e Lina Maluf Alves da Silva, e de duas empresas controladas pela família, a Kildare Finance Limitec e a Macdoel Investment.

Uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público na segunda-feira pedia o bloqueio dos bens e a repatriação de mais de R$ 300 milhões, resultado de superfaturamento de obras quando Maluf era prefeito de São Paulo.

Na ação, os promotores Silvio Marques e Saad Mazloum querem que Maluf devolva R$ 300 milhões que teriam sido enviados ilegalmente ao exterior e utilizados para comprar ações da Eucatex --empresa da família do parlamentar.

A assessoria de Maluf divulgou nota na qual nega que o deputado tenha conta no exterior. "Paulo Maluf não tem e nunca teve conta no exterior. O aumento de capital da Eucatex foi feito em 1997, de forma legal, juridicamente perfeita e aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários. Essa ação é mais uma invencionice do promotor Silvio Marques."

A investigação começou em 2001 e já tem 55 mil páginas. Segundo o Ministério Público, os documentos mostram que Maluf desviou cerca de US$ 160 milhões dos cofres públicos, entre 1993 e 1998, por meio de superfaturamento de obras da avenida Água Espraiada (atual avenida Jornalista Roberto Marinho) e do túnel Ayrton Senna. Segundo a promotoria, Maluf recebeu recursos indevidamente até dois anos depois de ter deixado o cargo.

O dinheiro foi remetido ilegalmente para contas secretas no exterior, especialmente em bancos dos Estados Unidos, Suíça, Inglaterra, Ilhas Jersey, França e Luxemburgo, por meio de empresas controladas por familiares de Maluf. Segundo os promotores, a maior parte desse dinheiro retornou ao Brasil, na forma de investimento.
Fonte: uol

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publicado por Julio Falcão às 14:01
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