Blog do Julio Falcão

Setembro 15 2010

publicado por Julio Falcão às 00:13
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Agosto 03 2010

Só Hitler foi capaz de ir tão longe – e tão fundo.

Esse Uribe, queridinho do PiG (*), transformou as FARC no Iraque do Bush e deixou o Exército e os Exércitos Privados transacionarem com o trafico e massacrar os camponeses.

Clique aqui
para ler “PiG cansa do jenio e põe o Uribe no lugar”.

Clique aqui para ler no New York Times deste domingo, a “Nação da Cocaína”.

Conversa Afiada publica texto enviado pela amiga navegante Marilia

Encontrada na Colômbia a maior vala comum da América Latina

Recentemente, na Colômbia, foi descoberta a maior vala comum da história contemporânea do continente latino-americano, horrenda descoberta que foi quase totalmente invisibilizada pelos meios de comunicação de massa na Colômbia e no mundo. A vala comum contém os restos de ao menos 2.000 pessoas e está em La Macarena, departamento de Meta. Desde 2005, o Exército, espalhado pela zona, enterrou ali milhares de pessoas, sepultadas sem nome.

A reportagem está publicada no sítio colombiano Cronicón, 29-07-2010. A tradução é do Cepat.

A população da região, alertada pelas infiltrações putrefatas dos cadáveres na água potável, e afetada pelos desaparecimentos, já havia denunciado a existência da vala em várias ocasiões ao longo de 2009: havia sido em vão, pois a fiscalia não realizava as investigações. Foi graças à perseverança dos familiares de desaparecidos e à visita de uma delegação de sindicalistas e parlamentares britânicos que investigava a situação dos direitos humanos na Colômbia, em dezembro de 2009, que se conseguiu trazer à luz este horrendo crime perpetrado pelos agentes militares de um Estado que lhes garantia a impunidade.

Trata-se da maior vala comum do continente. Dois mil corpos em uma vala comum, isso é um assunto grave para o Estado colombiano, mas sua mídia, e a mídia mundial, cúmplices do genocídio, se encarregaram de mantê-lo quase totalmente em silêncio, quando para encontrar uma atrocidade parecida é preciso remontar às valas nazistas. Este silêncio midiático está sem dúvida vinculado aos imensos recursos naturais da Colômbia e aos mega-negócios que ali se gestam em base aos massacres.

A Comissão Asturiana de Direitos Humanos, que visitou a Colômbia em janeiro de 2010 (menos de um mês depois da descoberta da vala), perguntou às autoridades sobre o caso. As respostas foram preocupantes: na fiscalia, na procuradoria, no Ministério do Interior, na ONU, todos tentam se esquivar do assunto. E enquanto isso, tratam de “operar” a vala para minimizá-la, mas a delegação britânica a constatou, e as próprias autoridades reconheceram ao menos 2.000 cadáveres. Em dezembro, “o prefeito, aliado do governo, o denunciou também junto ao sepulteiro”, mas depois, as pressões oficiais tendem a fazer “diminuir suas apreciações sobre o número de corpos”.

A Delegação Asturiana denunciou a ostensiva vontade de alterar a cena do crime: “ninguém está protegendo o lugar. Ninguém está impedindo que se possam alterar as provas. Que um trator possa entrar e voltar a misturar os cadáveres anônimos, a tirá-los e levá-los para outro lugar”. “Solicitamos às instituições responsáveis do Governo e do Estado colombiano que implementem as medidas cautelares necessárias para assegurar as informações já registradas nos documentos oficiais, que tomem as medidas cautelares necessárias com a finalidade de assegurar o perímetro para prevenir a modificação da cena, a exumação ilegal dos cadáveres e a destruição do material probatório que ali se encontra (…) É fundamental a criação de um Centro de Identificação Forense em La Macarena com a finalidade de conseguir a individualização e plena identificação dos cadáveres ali sepultados”.

A Delegação Asturiana transmitiu às autoridades outra denúncia. As autoridades aduziram desconhecimento, e alegaram incapacidade operativa: “há tantas valas comuns em nosso país que…”. Trata-se do município de Argelia em Cauca: “Um ‘matadouro’ de gente, onde as famílias não puderam ir buscar os corpos de seus desaparecidos, pois os paramilitares não as deixaram entrar novamente em suas comunidades: deslocaram os sobreviventes”. As vítimas sobreviventes relataram: “havia pessoas amarradas que soltavam aos cachorros esfomeados para que os assassinassem pouco a pouco”.

Na Colômbia, a Estratégia Paramilitar do Estado colombiano, combinada com a ação de policiais e militares, foi o instrumento de expansão de latifúndios. O Estado colombiano desapareceu com mais de 50.000 pessoas através de seus aparelhos assumidos (policiais, militares) e de seu aparelho encoberto: sua Estratégia Paramilitar. O Estado colombiano é o instrumento da oligarquia e das multinacionais para a sua guerra classista contra a população: é o garante do saque, a Estratégia Paramilitar se inscreve nessa lógica econômica.

A invisibilização de uma vala comum das dimensões da vala de La Macarena se inscreve no contexto de que os negócios de multinacionais e oligarquias se baseiam nesse horror, e em que esta vala seja produto de assassinatos diretamente perpetrados pelo Exército nacional da Colômbia, o que prova ainda mais o caráter genocida do Estado colombiano em seu conjunto (para além do seu presidente Uribe, cujos negócios e vínculos com o narcotráfico e o paramilitarismo estão mais do que comprovados).

A cumplicidade da grande imprensa é criminosa, tanto a nível nacional como internacional. Os povos devem romper o silêncio com que se pretende ocultar o genocídio. Urge solidariedade internacional: a Colômbia é, sem dúvida, um dos lugares do planeta no qual o horror do capitalismo se plasma da forma mais evidente, em seu paroxismo mais absoluto.

Fonte: Conversa Afiada

publicado por Julio Falcão às 00:44
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Julho 26 2010
publicado por Julio Falcão às 23:38
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Julho 08 2010

Pedágio derruba mais um jornalista da TV Cultura

 

Há uma semana, Gabriel Priolli foi indicado diretor de jornalismo da TV Cultura.

 

Ontem, planejou uma matéria sobre os pedágios paulistas. Foram ouvidos Geraldo Alckmin e Aluizio Mercadante, candidatos ao governo do estado. Tentou-se ouvir a Secretaria dos Transportes, que não quis dar entrevistas. O jornalismo pediu ao menos uma nota oficial. Acabaram não se pronunciando.

 

Sete horas da noite, o novo vice-presidente de conteúdo da TV Cultura, Fernando Vieira de Mello, chamou Priolli em sua sala. Na volta, Priolli informou que a matéria teria que ser derrubada. Tiveram que improvisar uma matéria anódina sobre as viagens dos candidatos.

 

Hoje, Priolli foi demitido do cargo. Não durou uma semana.

 

Semana passada foi Heródoto Barbeiro, demitido do cargo de apresentador do Roda Viva devido às perguntas sobre pedágio feitas ao candidato José Serra.

 

Para quem ainda têm dúvidas: a maior ameaça à liberdade de imprensa que esse país jamais enfrentou, nas últimas décadas, seria se, por desgraça, Serra juntasse ao poder de mídia, que já tem, o poder de Estado.

Fonte: Luis Nassif

 

 

Trechos do discurso de José Serra na convenção que aprovou seu nome para candidato do PSDB à sucessão de Lula, aqui em Salvador:

 

"Acredito na liberdade de imprensa, que não deve ser intimidada, pressionada pelo governo, ou patrulhada por partidos e movimentos organizados que só representam a si próprios, financiados pelo aparelho estatal. Não aceito patrulha de idéias -- nem azul, nem vermelha. A sociedade é multicolorida, multifacetada, plural. E assim deve ser." 

 

"Comigo o povo brasileiro não terá surpresas" 

 

Serra só engana otários.

publicado por Julio Falcão às 23:36
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Junho 30 2010

Tucana diz que Serra escolheu “ficha suja” para vice

Andrea Gouvêa critica indicação de deputado Índio da Costa para chapa presidencial

 

Por Thiago Faria

 

Ex-colega de Índio da Costa (DEM-RJ) na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, a vereadora do PSDB Andrea Gouvêa Vieira recebeu com indignação a notícia de que o deputado federal será o vice de José Serra (PSDB) na disputa presidencial. Para Andrea, a campanha tucana escolheu um “ficha suja”para o posto.

 

Em seu segundo mandato no legislativo carioca, Andrea foi relatora da CPI na Câmara que investigou irregularidades nos contratos de merenda escolar na cidade na época em que Índio ocupou a Secretaria de Administração (2001 a 2006).

 

No relatório, Andrea vê indícios de formação de quartel e pede a quebra de sigilo fiscal dos envolvidos ao Ministério Público Estadual. Procurada pela reportagem, a assessoria de Índio não retornou o contato até a publicação da notícia para comentar as acusações.

 

- O que eu penso do candidato Índio da Costa está refletido neste relatório da CPI. Houve direcionamento no resultado da merenda escolar. A conduta dele não é uma conduta de Ficha Limpa.

 

É justamente o projeto Ficha Limpa uma das principais bandeiras políticas de Indio, que foi um dos relatores do projeto na Câmara dos Deputados.

A vereadora do Rio, porém, também critica a postura pessoal de Indio da Costa, que, na opinião dela, é “arrogante e prepotente”.

 

- É uma pessoa que é arrogante, prepotente, que aqui no mundo político do Rio de Janeiro não é popular, um nome que poucos sabem quem é e tem dificuldade de transitar.

 

Andrea disse que até tentou, mas não teve tempo de avisar a cúpula tucana sobre o que pensa de Índio e credita a indicação do deputado como um “golpe de mestre” do presidente do DEM, deputado federal Rodrigo Maia (RJ), que neste ano deve tentar a reeleição. Segundo a vereadora, Indio poderia atrapalhá-lo ao dividir os votos para deputados do DEM no Estado.

 

- Não consigo ver como ele agrega. Até poderia dizer que, nesses circunstâncias, é um nome que não cheira, nem fede. Para mim fede. Ele não é um nome sem rejeição, ele tem rejeição.

 

A indicação de Índio colocou um fim na crise instaurada na aliança entre PSDB e DEM pela candidatura de Serra. Após os tucanos indicarem Alvaro Dias para a vaga de vice, houve protestos na cúpula do DEM, que fez questão que um nome do partido ocupasse o posto.

Fonte: R7

 

publicado por Julio Falcão às 23:00
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Junho 29 2010
publicado por Julio Falcão às 23:03
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Junho 16 2010
Insatisfeito com Serra, DEM começa a se desgrudar de tucanos

A provável adesão do DEM à reeleição da governadora Ana Júlia Carepa (PT) no Pará, e o apoio declarado do líder do partido na Câmara paulistana, vereador Carlos Apolinário (DEM) ao candidato a governador de São Paulo, senador Aloizio Mercadante (PT e aliados) evidenciam o crescimento da crise vivida pelos demos e pelas candidaturas tucanas de José Serra-presidente / Geraldo Alckmin-governador.
A dissidência do DEM só se amplia em São Paulo desde que há duas semanas Mercadante tomou café da manhã com 13 vereadores paulistanos, entre os quais outros integrantes de legendas que oficialmente apoiam Serra-Alckmin mas seus vereadores aderiram ao candidato a governador pelo PT.

Serra vê assim desmilinguir-se seu principal aliado, o DEM, num momento em que está cercado de crises por todos os lados: permanece em queda contínua nas pesquisas eleitorais há um ano e meio; Alckmin, principal candidato a governador por seu partido no maior colégio eleitoral do país tem sido acusado de fazer corpo mole e se negar a entrar em sua campanha; além do fato de que até agora não tem vice e o DEM não aceita abrir mão da vaga para um tucano ou tucana.

As candidaturas Serra-Alckmin tem problemas ainda mais acentuados em São Paulo onde enfrentam: divisões dentro do PSDB; apoio apenas formal do prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM) a Alckmin; e crise com o PTB pela exclusão de Romeu Tuma da chapa para o Senado e da coligação que apoia Alckmin.

Indefinição amplia encrenca

A falta de um nome para ser o vice na chapa do PSDB e a relutância em escolher alguém do DEM para o posto estão tornando o atual momentoi da candidatura Serra bastante difícil, bem ao contrário do que previam os analistas que, no mês passado, profetizaram que se maio tinha sido o mês bom de Dilma, junho seria o mês bom de Serra.

Serra teria comentado com pessoas de seu círculo mais próximo que não vê nos quadros do DEM nenhum nome que possa somar com a sua candidatura. Setores do partido de direita, no entanto, cobram do aliado paulista o cumprimento do acordo que lhe assegurou a parcela de 40% do tempo de TV para os programas da campanha eleitoral.

O único nome passível de aceitação por parte do DEM, segundo interlocutores de ambas as legendas, seria o do ex-governador Aécio Neves, que já declinou do convite, sugerindo que o senador Tasso Jeireissati ocupasse a vaga. Tasso, por sua vez, também não aceitou a missão por considerar que não tem "o perfil do Marco Maciel (vice-presidente nos dois mandatos de FHC)", em referência ao seu temperamento difícil e conturbado. À exceção de Aécio, qualquer outro nome poderá significar o rompimento do acordo com os democratas, segundo dirigentes da legenda ouvidos pelo site Correio do Brasil.

Serra tem sido taxado, dentro do próprio partido, como centralizador e dono de um humor irascível, fato que o levou a desmentir a versão de mau humorado em seu discurso de lançamento da campanha eleitoral, durante o qual pediu a confirmação ao senador Jereissati, ex-desafeto político nas últimas eleições presidenciais, há quatro anos, e considerado ainda mais irritadiço. Também o acusam de se manter longe da máquina partidária e a decidir a agenda de viagens sem consultar as bases da legenda.

Não têm sido poucas as reclamações, em público, de integrantes do DEM contra a indecisão tucana. Um dos dirigentes do partido aliado aos tucanos disse a um jornalista, na segunda-feira, que já teria "mandado o Serra para os infernos" se o partido tivesse a menor chance de lançar um candidato ao cargo majoritário do Executivo. Setores da direção partidária do DEM, no entanto, ainda tentam negociar as condições para que a legenda se mantenha ao lado dos tucanos, em condições menos desvantajosas do que aquelas apresentadas, até agora, pela direção da campanha serrista.

Um dos bombeiros tem sido o senador José Agripino Maia, líder do DEM no Senado. Ele defende a idéia de que um vice tucano para José Serra não seria um mau negócio, desde que ficassem acordadas as vantagens do partido no caso de vitória da coligação, nas urnas, em outubro. Já o presidente da legenda, Rodrigo Maia, e o senador ultraconservador Jorge Bornhausen, no entanto, têm buscado nomes para indicar ao posto, que querem ver ocupados por alguém do partido, o quanto antes. Filho de César Maia, ex-prefeito do Rio e líder da extrema-direita brasileira, Rodrigo não nutre a admiração que Serra desejaria de um aliado. Ele era cabo eleitoral de Aécio para o posto hoje ocupado pelo tucano paulista.

Enquanto isso, o tempo para Serra decidir quem será o seu vice se afunila. A convenção nacional do DEM está marcada para o próximo dia 27. No edital de convocação está a aprovação da aliança com o PSDB e a homologação do candidato a vice-presidente na chapa que concorrerá à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se não houver a escolha deste nome, os convencionais do DEM não terão o que votar, assegurou um dos dirigentes do partido. Sem votação não há aliança e, sem aliança, a direita terá registrado o maior golpe desde as eleições diretas para o cargo que, hoje, vêem ficando cada vez mais distante.
Fonte: Vermelho

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publicado por Julio Falcão às 10:08
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Junho 09 2010
Relações de Paulo Souto (DEM-BA) e Serra passam pela Ilha do Urubu, privatização da Coelba e Daniel Dantas

As ligações perigosas de Paulo Souto, candidato do DEM ao governo da Bahia, com José Serra, candidato do PSDB à presidência, vêm de longe. E o elemento de ligação é o empresário espanhol Gregório Marin Preciado, casado com uma prima de Serra, e suspeito de representar os interesses de Daniel Dantas em negociatas.

O nome do parente de Serra, Gregório Marin Preciado, aparece no escândalo da Ilha do Urubu. No apagar das luzes de seu governo, em 2006, Paulo Souto doou as terras públicas da Ilha do Urubu, em Porto Seguro, para a família Martins.

Quatro meses depois, a família vendeu as terras ilegalmente, por R$ 1 milhão, para o tal Gregório Marin Preciado. Este, revendeu a Ilha do Urubu ao mega especulador belga Philippe Meeus, por R$ 12 milhões. Atualmente, o terreno está avaliado em R$ 50 milhões. Na Justiça corre uma Ação Popular contra a negociata. São informações públicas, portanto.

Agora, o mesmo Gregório Marin Preciado, volta a aparecer, com envolvimento no caso do inexistente Dossiê inventado pela revista Veja. Dois jornalistas de alta credibilidade, Luiz Carlos Azenha (Correio Brasiliense) e Luiz Nassif apuraram que não existe dossiê nenhum e sim um livro intitulado “Os porões da Privataria”, que vem sendo pesquisado há dez anos pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr, baseado em documentos oficiais, de um processo que o empresário Ricardo Sérgio de Oliveira (homem forte do Banco do Brasil nas operações das privatizações) move contra ele, Amaury.

Amaury mostra a prova concreta de como, quanto e onde Ricardo Sérgio recebeu pela privatização. Num outro documento, aparece o ex-sócio e primo de Serra, Gregório Marin Preciado, no ato de pagar mais de US$ 10 milhões a uma empresa de Ricardo Sérgio. As relações entre o parente de Serra e o banqueiro Daniel Dantas estão esmiuçadas de forma exaustiva nos documentos a que Amaury teve acesso. O escritório de lavagem de dinheiro Citco Building, nas Ilhas Virgens britânicas, um paraíso fiscal, abrigava a conta de todo o alto tucanato que participou da privataria.” .

Ilha do Urubu, Paulo Souto, R$ 10 milhões, Gregório Marin Preciado, Serra, lavagem de dinheiro da privataria, Gregório Marin Preciado, R$ 10 milhões. Aí estão as ligações perigosas. Há mil razões para Serra (PSDB) se aliar a Paulo Souto (DEM) na Bahia.

Nas denúncias apresentadas na Justiça baiana, pelo advogado César Oliveira, informa-se que: “O senhor Gregório Marin Preciado responde a uma ação penal do Ministério Público Federal por uma dívida de R$ 55 milhões, que foi perdoada irregularmente pelo Banco do Brasil. Ele tomou também um empréstimo de R$ 5 milhões no Banco do Brasil e deu a Ilha do Urubu como garantia, enquanto litigava com a família Martins, disputando a posse da Ilha”.

O aprofundamento das relações de Paulo Souto, então governador da Bahia, com Gregório Marin Preciado, cujo nome aparece amplamente nas denúncias que estão circulando, passou pela doação da Ilha do Urubu e pela privatização da Coelba. É que o “Espanhol”, como Gregório Marin Preciado é conhecido nas rodas das privatizações, é o representante da Iberdrola no consórcio que papou a baiana Coelba, a pernambucana Celpe e a potiguar Cosern.

Esse é que é o verdadeiro dossiê, saído das páginas de um processo na Justiça da Bahia.

Paulo Souto (DEM) vai ter muito o que explicar nestas eleições...

O jornalista, escritor e professor Emiliano José (PT) tem em mãos uma pesquisa completa sobre as ligações perigosas de Paulo Souto.
Fonte: Bahia de Fato

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publicado por Julio Falcão às 11:02
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Maio 29 2010
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publicado por Julio Falcão às 00:18
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Maio 05 2010
Herdeiro" de Serra, Kassab diz que dívida de SP é impagável

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), disse nesta terça-feira que a dívida do município com o governo federal é "impagável" e que, se a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) não for aperfeiçoada, a União vai sofrer um calote quando a dívida for executada, em 2030. Sucessor de José Serra na prefeitura paulistana, Kassab foi eleito em 2008 dizendo aos eleitores que Serra havia deixado as contas do governo municipal "em ordem".

Agora, diz que "se não houver essa negociação [sobre a taxa de juros que incide sobre a dívida], daqui a alguns anos o prefeito de São Paulo vai dar um calote [no governo federal] porque a dívida é impagável", disse o prefeito demo-tucano durante evento em comemoração aos dez anos da LRF, em Brasília.

O prefeito disse que já fez reuniões com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros para requisitar a alteração do indexador que corrige a dívida, que passaria de IGPDI para TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo).

De acordo com Kassab, a mudança reduziria o montante da dívida do município dos atuais R$ 39,5 bi para R$ 9,5 bi. Ele ainda defende o uso do dinheiro das amortizações para investimento em obras na cidade, com contra partida da prefeitura. O orçamento anual de São Paulo é de cerca de R$ 28 bi.

Kassab disse que São Paulo continuará a pagar as parcelas da dívida em dia, mas fez apelo por alterações na LRF.

"Estamos chamando à mesa o governo federal para que ele assuma o papel de coordenação nesta questão e procure soluções que atendam aos municípios e Estados, mas preservem o espírito da LRF, tão importante para o país", disse.
Fonte: Vermelho

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publicado por Julio Falcão às 11:28
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